{"id":1001939,"date":"2026-05-28T12:21:20","date_gmt":"2026-05-28T10:21:20","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-tribunal-da-relacao-do-porto-processo-6693-25-9-t8prt-p1-2026-05-13\/"},"modified":"2026-05-28T12:21:20","modified_gmt":"2026-05-28T10:21:20","slug":"acordao-tribunal-da-relacao-do-porto-processo-6693-25-9-t8prt-p1-2026-05-13","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/en\/jurisprudences\/acordao-tribunal-da-relacao-do-porto-processo-6693-25-9-t8prt-p1-2026-05-13\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Tribunal da Rela\u00e7\u00e3o do Porto \u2013 Processo 6693\/25.9 T8PRT.P1 \u2013 2026-05-13"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: JOS\u00c9 NUNO DUARTE. I &#8211; Quando uma exce\u00e7\u00e3o dilat\u00f3ria suscet\u00edvel de conduzir \u00e0 extin\u00e7\u00e3o da inst\u00e2ncia j\u00e1 foi debatida pelas partes nos articulados, o juiz, face ao disposto no artigo 592.\u00ba, n.\u00ba 1, al. b), pode conhecer dessa exce\u00e7\u00e3o sem realizar audi\u00eancia preliminar e sem proferir qualquer despacho a dispensar a realiza\u00e7\u00e3o dessa audi\u00eancia. II &#8211; O interesse direto em demandar que, nos termos do disposto no artigo 30.\u00ba, n.\u00ba 1, do C\u00f3digo do Processo Civil, confere legitimidade processual para uma parte intentar uma a\u00e7\u00e3o tem que se basear numa raz\u00e3o de ordem jur\u00eddica, n\u00e3o se bastando com motiva\u00e7\u00f5es ou fundamentos de natureza meramente acad\u00e9mica, cient\u00edfica ou moral. III &#8211; Em virtude de a legitimidade ativa ser um pressuposto processual que deve ser aferido em fun\u00e7\u00e3o da forma como a rela\u00e7\u00e3o material controvertida se encontra definida na peti\u00e7\u00e3o inicial, o cidad\u00e3o estrangeiro que pretenda adquirir a nacionalidade portuguesa por via da declara\u00e7\u00e3o prevista no artigo 14.\u00ba, n.\u00ba 2, do Regulamento da Nacionalidade Portuguesa, aprovado pelo DL n.\u00ba 237-A\/2006, de 14-12, s\u00f3 tem legitimidade para interpor a a\u00e7\u00e3o de reconhecimento da situa\u00e7\u00e3o de uni\u00e3o de facto a que alude o artigo 3.\u00ba, n.\u00ba 3, da Lei n.\u00ba 37\/81, de 3-10, se, aquando da instaura\u00e7\u00e3o dessa a\u00e7\u00e3o, mantiver uni\u00e3o de facto com algu\u00e9m que j\u00e1 tenha cidadania portuguesa. (Sum\u00e1rio elaborado pelo relator nos termos do artigo 663.\u00ba, n.\u00ba 7, do C.P.C.)<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jtrp.nsf\/56a6e7121657f91e80257cda00381fdf\/5aae1fb587f00cc780258e020034ad52?OpenDocument&amp;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: JOS\u00c9 NUNO DUARTE. 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