{"id":1080264,"date":"2026-06-12T17:26:59","date_gmt":"2026-06-12T15:26:59","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-tribunal-constitucional-ate-1998-processo-87-0268-1987-11-04\/"},"modified":"2026-06-12T17:26:59","modified_gmt":"2026-06-12T15:26:59","slug":"acordao-tribunal-constitucional-ate-1998-processo-87-0268-1987-11-04","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/en\/jurisprudences\/acordao-tribunal-constitucional-ate-1998-processo-87-0268-1987-11-04\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Tribunal Constitucional (at\u00e9 1998) \u2013 Processo 87-0268 \u2013 1987-11-04"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: DIREITO INTERNACIONAL CONVENCIONAL. I &#8211; Cabe ao Tribunal Constitucional, em ultima instancia, qualificar o vicio que fundamentou a recusa da aplica\u00e7\u00e3o de uma norma pelo tribunal recorrido. II &#8211; No caso de coexistirem o vicio da inconstitucionalidade e da ilegalidade, ha que destrin\u00e7ar do ponto de vista da Constitui\u00e7\u00e3o qual deles e relevante, pois que, se o vicio predominante for o de inconstitucionalidade, tem o Tribunal Constitucional competencia para conhecer do recurso, o mesmo n\u00e3o sucedendo se, cabendo a prevalencia ao vicio de ilegalidade, n\u00e3o houver norma especial a atribuir-lhe competencia para o efeito. III &#8211; Em regra, a inconstitucionalidade, como vicio mais grave, consome a ilegalidade, vicio menos grave. IV &#8211; Tendo a decis\u00e3o recorrida baseado a desaplica\u00e7\u00e3o da norma do artigo 4 do Decreto-Lei n. 262\/83, de 16 de Junho, no pressuposto de que violava preceito de direito internacional convencional e o principio constitucional de primazia daquele direito, concorrem os dois aludidos vicios e nada justifica que n\u00e3o se aplique a regra que da prevalencia ao da inconstitucionalidade. V &#8211; Registando-se, assim, nesta hipotese, uma situa\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade, devia o recurso ser admitido para o Tribunal Constitucional.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/atco1.nsf\/904714e45043f49b802565fa004a5fd7\/c494eb08cc1422818025682d00640eb6?OpenDocument&amp;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: DIREITO INTERNACIONAL CONVENCIONAL. 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