{"id":574795,"date":"2026-04-16T04:38:14","date_gmt":"2026-04-16T02:38:14","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-1156-23-0t8avr-p1-s1-2025-06-25\/"},"modified":"2026-04-16T04:38:14","modified_gmt":"2026-04-16T02:38:14","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-1156-23-0t8avr-p1-s1-2025-06-25","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-1156-23-0t8avr-p1-s1-2025-06-25\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 1156\/23.0T8AVR.P1.S1 \u2013 2025-06-25"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: JOS? EDUARDO SAPATEIRO. I ? Resulta manifestamente das ?ltimas conclus?es do recurso de revista do Autor que este contesta a exclus?o de tr?s Pontos da Mat?ria de Facto dada como Provada que foi determinada pelo Ac?rd?o do Tribunal da Rela??o do Porto, tendo de se extrair de tais conclus?es e das inerentes alega??es de recurso que o recorrente, ainda que tal n?o se encontre expressamente formulado ou pedido, pretende do Supremo Tribunal de Justi?a que tal ordem de supress?o desses Pontos de Facto seja reavaliada e, caso n?o tenha fundamento legal, seja dada sem efeito, com a inerente reinser??o dos mesmos na factualidade dada como assente. II ? O conhecimento e aprecia??o preliminares, por este Supremo Tribunal de Justi?a, do pedido relativo aos outros dois Pontos de Facto, n?o viola os poderes legais que lhe s?o conferidos em sede de Decis?o da Mat?ria de Facto, pois a admissibilidade ou rejei??o de tal julgamento s? era poss?vel ser feito depois de se verificar e ponderar o tipo de argumenta??o desenvolvida pelo Autor a esse prop?sito, de maneira a se concluir ou n?o pela sua recondu??o ?s situa??es de exce??o previstas nos artigos 674 n?mero 3 e 682 do C?digo de Processo Civil de 2013. III &#8212; O Supremo Tribunal de Justi?a n?o fez, de modo algum, qualquer aprecia??o de fundo em termos do acerto da convic??o formada pelas inst?ncias, em fun??o dos meios de prova para o efeito considerados pelas mesmas, mas apenas se posicionou dentro das suas compet?ncias legais, rejeitando pronunciar-se sobre a segunda, por evidente car?ncia de fundamento, e aceitando faz?-lo que no que toca ? primeira situa??o abordada [supress?o de 3 Pontos de Facto], por caber dentro daquelas, limitando-se, nessa medida e depois de dar raz?o aos motivos invocados pelo Autor, a determinar a reinser??o desses Pontos tal e qual estavam redigidos pelas inst?ncias, na Factualidade dada como Assente. IV &#8212; Essa altera??o do quadro factual que serve de base ? aprecia??o de direito das diversas quest?es suscitadas nos autos impunha necessariamente, como foi determinado pelo STJ, que se realizasse nova aprecia??o e julgamento pelo tribunal da segunda inst?ncia, o que obrigava este tribunal superior a ordenar, para esse efeito, a baixa dos autos ao Tribunal da Rela??o do Porto.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/c38676820f55a2e880258cb6003bccc7?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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