{"id":576439,"date":"2026-04-16T09:45:00","date_gmt":"2026-04-16T07:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-562-22-1t9vpv-l1-s1-2025-05-14-2\/"},"modified":"2026-04-16T09:45:00","modified_gmt":"2026-04-16T07:45:00","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-562-22-1t9vpv-l1-s1-2025-05-14-2","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-562-22-1t9vpv-l1-s1-2025-05-14-2\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 562\/22.1T9VPV.L1.S1 \u2013 2025-05-14"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: JORGE RAPOSO. I. se, ap?s ter anulado um meio de prova ? as declara??es de um co-arguido ?, o ac?rd?o da Rela??o consegue segmentar a concreta relev?ncia probat?ria do depoimento em causa, o reenvio dos autos ? 1.? inst?ncia n?o tem qualquer justifica??o. II. A motiva??o da mat?ria de facto tem de dar um panorama geral das provas e das raz?es da convic??o do tribunal, n?o se tornando necess?rio que esmi?ce os factos um a um, nem que proceda ? transcri??o ou descri??o do conte?do de cada meio de prova. III. A prova n?o se reduz ao que consta da motiva??o e os recorrentes n?o podem usar o que l? n?o consta nem tinha de constar para discutir se existe ou n?o existe prova v?lida para dar como provado determinado facto; para esse fim, a via recurs?ria pr?pria ? a impugna??o ampla da mat?ria de facto, com respeito pelos requisitos do art. 412? n?s 3 e 4 do C?digo de Processo Penal. IV. N?o ocorre excesso de pron?ncia quando o tribunal de recurso, no ?mbito do seu dever de cogni??o de todas as quest?es pertinentes para a boa decis?o da causa, constata e afirma que o ac?rd?o de 1? inst?ncia se socorreu de presun??es judiciais. V. ? jurisprud?ncia constante e estabilizada deste Supremo Tribunal que, estando em causa ac?rd?o da Rela??o proferido em recurso, n?o ? admiss?vel recorrer para o Supremo Tribunal de Justi?a com os fundamentos previstos nos n?s 2 e 3 do artigo 410? do C?digo de Processo Penal VI. A pena de oito anos e dois meses de pris?o, pouco acima do 1\/2 da moldura penal mostra-se justa ? proporcional, adequada e necess?ria ? num quadro f?ctico em que a conduta do arguido ocorreu como um dos coordenadores num quadro de tr?fico por via a?rea de uma quantidade muito significativa de produto estupefaciente (14,26 quilos de haxixe\/canabis e 1, 498 quilos de coca?na), atrav?s de terceiros, num momento em que se encontrava em cumprimento de pena de pris?o suspensa na sua execu??o pela pr?tica de crime da mesma natureza.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/ca5f2ee7c4c2ba3380258c9700523f94?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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A pena de oito anos e dois meses de pris?o, pouco acima do 1\/2 da moldura penal mostra-se justa ? proporcional, adequada e necess?ria ? num quadro f?ctico em que a conduta do arguido ocorreu como um dos coordenadores num quadro de tr?fico por via a?rea de uma quantidade muito significativa de produto estupefaciente (14,26 quilos de haxixe\/canabis e 1, 498 quilos de coca?na), atrav?s de terceiros, num momento em que se encontrava em cumprimento de pena de pris?o suspensa na sua execu??o pela pr?tica de crime da mesma natureza.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"template":"","meta":{"_crdt_document":""},"kji_country":[7762],"kji_court":[7763],"kji_chamber":[8484],"kji_year":[8463],"kji_subject":[7632],"kji_keyword":[7772,7774,7771,7773,7636],"kji_language":[7770],"class_list":["post-576439","kji_decision","type-kji_decision","status-publish","hentry","kji_country-portugal","kji_court-supremo-tribunal-de-justica","kji_chamber-3-seco","kji_year-8463","kji_subject-penal","kji_keyword-acordao","kji_keyword-justica","kji_keyword-processo","kji_keyword-supremo","kji_keyword-tribunal","kji_language-pt"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.5 (Yoast SEO v27.5) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 562\/22.1T9VPV.L1.S1 \u2013 2025-05-14 - Ma\u00eetre Hassan Kohen, avocat en droit p\u00e9nal \u00e0 Paris<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-562-22-1t9vpv-l1-s1-2025-05-14-2\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"ru_RU\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 562\/22.1T9VPV.L1.S1 \u2013 2025-05-14\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Relator: JORGE RAPOSO. 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