{"id":583141,"date":"2026-04-17T04:42:21","date_gmt":"2026-04-17T02:42:21","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-619-22-9jafun-f-s1-2025-02-12\/"},"modified":"2026-04-17T04:42:21","modified_gmt":"2026-04-17T02:42:21","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-619-22-9jafun-f-s1-2025-02-12","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-619-22-9jafun-f-s1-2025-02-12\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 619\/22.9JAFUN-F.S1 \u2013 2025-02-12"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: CARLOS CAMPOS LOBO. I ? Para fazer operar a condi??o expressa na al?nea b) do n? 2 do artigo 222? do CPPenal ? pris?o ilegal motivada por facto pelo qual a lei n?o o permite -, importa ?que se apure se o quadro que motivou \/ determinou a pris?o tem ou n?o amparo \/ acalento \/ suporte na lei, sendo que nessa an?lise n?o h? que entrar no dom?nio processual, no enredo do processo, e no acerto ou desacerto das decis?es que ordenaram ou mantiveram o direito, se aquelas interpretaram cabalmente o normativo vigente pois, tanto quanto se pensa, toda essa tutela \/ prote??o \/ aprecia??o cabe e deve ser feita utilizando os mecanismos ordin?rios de rea??o. II &#8212; Considerando a literalidade expressa nos artigos 113?, n? 10 e 425?, n? 6, do CPPenal, n?o constitui exig?ncia a notifica??o pessoal ao arguido dos ac?rd?os proferidos pelos tribunais superiores, sendo bastante a notifica??o do seu defensor, nota esta que tamb?m parece decorrer do que plasma o artigo 63?, n? 1 do mesmo complexo legal quando, aqui, n?o se faz qualquer reserva pessoal ao arguido quanto ? interven??o no julgamento dos recursos e ? consequente notifica??o. III &#8212; ? for?oso concluir \/ afirmar \/ considerar que na esfera dos tribunais superiores, e a n?vel de recursos, assumem particular relev?ncia e significado, desencadeando-se assim a plenitude? dos seus efeitos, as interven??es e as notifica??es dos defensores ou dos mandat?rios dos arguidos e, nessa sequ?ncia, vingando e valendo os prazos das notifica??es que lhes tenham sido feitas. IV &#8212; A discuss?o sobre se h? ou n?o tr?nsito em julgado, se ? ou n?o poss?vel recorrer do Ac?rd?o proferido por Tribunal da Rela??o, n?o ? mat?ria a ponderar em sede de habeas corpus.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/ba4e38a1b345b20e80258c3000401069?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: CARLOS CAMPOS LOBO. I ? 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