{"id":599207,"date":"2026-04-19T00:03:24","date_gmt":"2026-04-18T22:03:24","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-7769-21-7t8prt-p1-s1-2024-05-22-2\/"},"modified":"2026-04-19T00:03:24","modified_gmt":"2026-04-18T22:03:24","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-7769-21-7t8prt-p1-s1-2024-05-22-2","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-7769-21-7t8prt-p1-s1-2024-05-22-2\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 7769\/21.7T8PRT.P1.S1 \u2013 2024-05-22"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: JOS? EDUARDO SAPATEIRO. I &#8212; N?o existe norma ou princ?pio jur?dico derivado do regime jur?dico do PREVPAV e da sua efetiva aplica??o e concretiza??o positivas que pro?ba ou obstaculize de alguma maneira o recurso ? justi?a do trabalho por banda dos trabalhadores que, embora integrados na Administra??o Direta ou Indireta do Estado por via daquele regime, se sintam, ainda assim, prejudicados devido ? circunst?ncia de, na sua perspetiva, s? terem visto uma parte dos seus direitos ser devidamente acautelados com a celebra??o do contrato de trabalho em fun??es p?blicas. II ? O artigo 12.? do CT\/2009 cont?m uma presun??o legal ilid?vel, que implica a invers?o do ?nus da prova no que toca ? demonstra??o da exist?ncia [sem preju?zo da possibilidade de elis?o da mesma pela empregadora] de um contrato de trabalho, cabendo unicamente ao trabalhador a alega??o e posterior demonstra??o cumulativa de dois ou mais dos elementos, ?ndices ou caracter?sticas elencados nas diversas al?neas do n?mero 1 dessa disposi??o legal, para fazer funcionar a mesma. III &#8212; Os ?ndices ou sinais da exist?ncia de uma rela??o de trabalho subordinada mostram-se, todos eles e no caso concreto dos autos, claramente preenchidos, dado a atividade desenvolvida consecutivamente pelos Autores ser realizada em local ou locais determinados pelo R?u, com equipamentos e instrumentos de trabalho ao mesmo pertencentes, observando os oito Autores Recorridos aqui abarcados per?odos e hor?rios semanais e normais de trabalho, auferindo uma remunera??o liquidada mensalmente e estando sujeito a ordens, instru??es, avalia??es e fiscaliza??o do IEFP. IV &#8212; Ainda que no caso dos autos n?o tenham os pr?vios procedimentos administrativos sido considerados no ?mbito da contrata??o dos Autores e que, nessa medida, haja que qualificar de juridicamente nulos tais v?nculos, certo ? que os mesmos acham-se sujeitos ?s normas especiais constantes do C?digo do Trabalho de 2009 [artigos 121.? a 125.?] que determinam que tais rela??es de cariz laboral produzem os seus efeitos jur?dicos normais, at? que a sua invalidade seja invocada por uma das partes contra a outra [o que n?o se demonstrou minimamente nos autos], com consequ?ncias jur?dicas distintas consoante o fa?a de boa-f? ou de m?-f?. V ? N?o h? lugar ? aplica??o do n?mero 1 do artigo 337.? do CT\/2009, pois existe, no caso concreto dos autos, uma continuidade relacional, que ? juridicamente relevante, entre trabalhadora e empregador desde o come?o das suas rela??es de cariz laboral at? ao presente ? ou, pelo menos, at? ? data da propositura desta a??o -, continuidade que n?o deixou de ocorrer pela circunst?ncia de a Autora e o R?u terem, ao abrigo do regime do PREVPAV, celebrado, com efeitos a 19\/11\/2018, um contrato de trabalho em fun??es p?blicas.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/c998fe6cd9c49c5980258b2600321eb1?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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