{"id":645231,"date":"2026-04-22T07:17:12","date_gmt":"2026-04-22T05:17:12","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-12502-18-8t8snt-l1-s1-2023-02-02\/"},"modified":"2026-04-22T07:17:12","modified_gmt":"2026-04-22T05:17:12","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-12502-18-8t8snt-l1-s1-2023-02-02","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-12502-18-8t8snt-l1-s1-2023-02-02\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 12502\/18.8T8SNT.L1.S1 \u2013 2023-02-02"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: VIEIRA E CUNHA. I ? Na ac??o de reivindica??o, para efeito da prova da aquisi??o do direito real de propriedade, o Autor pode socorrer-se da presun??o do direito estabelecida no art.? 7.? do CRegPred e, se n?o for contestada a consequ?ncia da norma registral, deve afirmar-se a propriedade na esfera jur?dica do Autor e, portanto, a comprova??o do direito requerida pela norma do art.? 1311.? n.?1 do CCiv. II ? N?o estando em causa um confronto de presun??es de titularidade do direito, como a que resulta da norma do art.? 1268.? n.?1 do CCiv, assente a titularidade do direito na pessoa do Autor, do contrato promessa celebrado pelo R?u, como promitente adquirente, com a antecessora do Autor, em momento pr?vio ? aquisi??o do direito de propriedade por esse Autor, pode concluir-se que existia um direito pessoal do R?u para com essa antecessora do Autor, mas que esse direito pessoal n?o contende com a rela??o jur?dica real titulada pelo Autor. III &#8212; Ainda que os arrendamentos celebrados pelo R?u, relativos ?s frac??es prediais, traduzissem um senhorio de facto ? traduzido em deten??o material, o conceito de posse teria de ser completado pelo animus possess?rio, que n?o se verifica se o R?u reconheceu a titularidade do direito na pessoa do reivindicante. IV &#8212; A norma do art.? 1311.? n.?1 do CCiv permite ao propriet?rio instaurar a ac??o seja contra o possuidor, seja contra qualquer detentor da coisa, pelo que, do facto de n?o terem sido demandadas as pessoas a quem o R?u deu de arrendamento, nenhuma consequ?ncia se pode extrair quanto ao m?rito do pedido.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/baee98ccdb1fe7ab8025894b0050bcf5?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: VIEIRA E CUNHA. I ? 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