{"id":649307,"date":"2026-04-22T15:47:03","date_gmt":"2026-04-22T13:47:03","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-1038-21-0t8ans-a-c1-a-s1-2023-01-17\/"},"modified":"2026-04-22T15:47:03","modified_gmt":"2026-04-22T13:47:03","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-1038-21-0t8ans-a-c1-a-s1-2023-01-17","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-1038-21-0t8ans-a-c1-a-s1-2023-01-17\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 1038\/21.0T8ANS-A.C1-A.S1 \u2013 2023-01-17"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: ANA RESENDE. I- A condena??o como litigante de m?-f?, consubstancia um verdadeiro ju?zo de censura sobre a atitude processual das partes, face ao uso que as mesmas possam ter feito dos mecanismos legais postos ao seu dispor. II- A sua imposi??o dever? sancionar uma atua??o consciente da inadequa??o da conduta, quer por forma intencional, quer em termos gravemente negligentes, n?o contemplando situa??es, que desprovidas de tal carga volitiva, se possam traduzir na defesa de pretens?es que n?o venham a obter provimento, mas que ainda se possam considerar englobadas num exerc?cio leg?timo de a??o, na sua ampla vertente, maxime, no que ? possibilidade do direito ao recurso respeita, sendo que sempre o ju?zo de censura a fazer dever? assentar em factos provados, donde resulte a conduta reprov?vel das partes nas vertentes enunciadas. III- O dever de coopera??o ? uma responsabilidade conjunta de todos os intervenientes processuais, competindo ao Juiz proceder ? an?lise de falhas supr?veis de que possam decorrer preju?zos para as partes, apreciando as poss?veis solu??es de direito, enquanto a parte, sem preju?zo das naturais diverg?ncias quanto decis?o de facto ou de direito, deve ter o processo como o instrumento necess?rio para a justa composi??o do lit?gio, n?o importando assim a formula??o de pretens?es, nem de argument?rio, sem consist?ncia ou razoabilidade.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/7ff0f150b693d1018025893c00355d1f?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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