{"id":649542,"date":"2026-04-22T16:31:37","date_gmt":"2026-04-22T14:31:37","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\/"},"modified":"2026-04-22T16:31:37","modified_gmt":"2026-04-22T14:31:37","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 9434\/06.6TBMTS.P2.S1 \u2013 2023-01-10"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: MARIA DOS PRAZERES PIZARRO BELEZA. I &#8212; O CPC de 2013 aplica-se aos recursos interpostos de decis?es proferidas ap?s a sua entrada em vigor, mesmo que em ac??es pendentes; apenas n?o vale o obst?culo da dupla conformidade entre as decis?es das inst?ncias, se a ac??o tiver sido proposta antes de 01-01-2008. II &#8212; Tratando-se de um recurso de revista admiss?vel se ocorrer ofensa de caso julgado, a interven??o do STJ limita-se a verificar se ocorreu ou essa ofensa, apenas conhecendo do m?rito do recurso caso a resposta seja afirmativa e na medida em que o for. III -A liquida??o de uma condena??o gen?rica destina-se afixar o objecto ou a quantidade da condena??o. IV &#8212; N?o ? poss?vel discutir a liquida??o que vier a ser efectuada pondo em causa a condena??o gen?rica. V &#8212; A liquida??o pode ter como ter por finalidade quantificar a indemniza??o por danos futuros, desde que previs?veis, mas n?o determin?veis no momento da condena??o gen?rica (art. 564.?, n.? 2, do CC). VI &#8212; Deve entender-se por danos futuros (por refer?ncia ao momento do encerramento da discuss?o) previs?veis, para o efeito de poderem ser objecto de liquida??o, os danos que sejam prov?veis ?com seguran?a bastante? (Vaz Serra). VII &#8212; O ju?zo sobre a previsibilidade dos danos futuros ? feito na decis?o condenat?ria. VIII &#8212; Viola o caso julgado formado pela decis?o condenat?ria a liquida??o de danos n?o abrangidos na condena??o gen?rica. IX &#8212; Ao homologar uma transac??o na qual apenas interv?m um de dois r?us condenados solidariamente pela decis?o de condena??o gen?rica, e ao condenar o r?u que n?o foi parte na transac??o na diferen?a entre o montante liquidado em 1.? inst?ncia e aquele pelo qual houve transa??o, a Rela??o desfaz a solidariedade. X &#8212; Se, por um lado, ? certo que o desrespeito do caso julgado ? de conhecimento oficioso, por outro, ?os efeitos do julgado, na parte n?o recorrida, n?o podem ser prejudicados pela decis?o do recurso (&#8230;)? &#8212; n.? 5 do art. 635.? do CPC -, o que implica que, desfeita a solidariedade por decis?o transitada, a condena??o do recorrente n?o possa exceder a que vem da Rela??o. XI &#8212; O montante correspondente ? liquida??o de danos n?o abrangidos pela condena??o gen?rica deve ser subtra?do ? soma das diversas parcelas consideradas em 1.? inst?ncia, sem considerar qualquer altera??o posterior, decidida por raz?es de equidade. XII &#8212; Sendo correctos e adequados os fundamentos indicados pelas inst?ncias para reduzir equitativamente o montante da condena??o, o STJ pode aplicar a propor??o explicitada, sem necessidade de determinar o regresso do processo ? 2.? inst?ncia para que proceda ao c?lculo da indemniza??o em falta.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/8e0594cf4c06788180258934004c881d?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: MARIA DOS PRAZERES PIZARRO BELEZA. I &#8212; O CPC de 2013 aplica-se aos recursos interpostos de decis?es proferidas ap?s a sua entrada em vigor, mesmo que em ac??es pendentes; apenas n?o vale o obst?culo da dupla conformidade entre as decis?es das inst?ncias, se a ac??o tiver sido proposta antes de 01-01-2008. II &#8212; Tratando-se de um recurso de revista admiss?vel se ocorrer ofensa de caso julgado, a interven??o do STJ limita-se a verificar se ocorreu ou essa ofensa, apenas conhecendo do m?rito do recurso caso a resposta seja afirmativa e na medida em que o for. III -A liquida??o de uma condena??o gen?rica destina-se afixar o objecto ou a quantidade da condena??o. IV &#8212; N?o ? poss?vel discutir a liquida??o que vier a ser efectuada pondo em causa a condena??o gen?rica. V &#8212; A liquida??o pode ter como ter por finalidade quantificar a indemniza??o por danos futuros, desde que previs?veis, mas n?o determin?veis no momento da condena??o gen?rica (art. 564.?, n.? 2, do CC). VI &#8212; Deve entender-se por danos futuros (por refer?ncia ao momento do encerramento da discuss?o) previs?veis, para o efeito de poderem ser objecto de liquida??o, os danos que sejam prov?veis ?com seguran?a bastante? (Vaz Serra). VII &#8212; O ju?zo sobre a previsibilidade dos danos futuros ? feito na decis?o condenat?ria. VIII &#8212; Viola o caso julgado formado pela decis?o condenat?ria a liquida??o de danos n?o abrangidos na condena??o gen?rica. IX &#8212; Ao homologar uma transac??o na qual apenas interv?m um de dois r?us condenados solidariamente pela decis?o de condena??o gen?rica, e ao condenar o r?u que n?o foi parte na transac??o na diferen?a entre o montante liquidado em 1.? inst?ncia e aquele pelo qual houve transa??o, a Rela??o desfaz a solidariedade. X &#8212; Se, por um lado, ? certo que o desrespeito do caso julgado ? de conhecimento oficioso, por outro, ?os efeitos do julgado, na parte n?o recorrida, n?o podem ser prejudicados pela decis?o do recurso (&#8230;)? &#8212; n.? 5 do art. 635.? do CPC -, o que implica que, desfeita a solidariedade por decis?o transitada, a condena??o do recorrente n?o possa exceder a que vem da Rela??o. XI &#8212; O montante correspondente ? liquida??o de danos n?o abrangidos pela condena??o gen?rica deve ser subtra?do ? soma das diversas parcelas consideradas em 1.? inst?ncia, sem considerar qualquer altera??o posterior, decidida por raz?es de equidade. XII &#8212; Sendo correctos e adequados os fundamentos indicados pelas inst?ncias para reduzir equitativamente o montante da condena??o, o STJ pode aplicar a propor??o explicitada, sem necessidade de determinar o regresso do processo ? 2.? inst?ncia para que proceda ao c?lculo da indemniza??o em falta.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"template":"","meta":{"_crdt_document":""},"kji_country":[7762],"kji_court":[7763],"kji_chamber":[8713],"kji_year":[24566],"kji_subject":[7724],"kji_keyword":[7772,7771,7773,32117,7636],"kji_language":[7770],"class_list":["post-649542","kji_decision","type-kji_decision","status-publish","hentry","kji_country-portugal","kji_court-supremo-tribunal-de-justica","kji_chamber-7-seco","kji_year-24566","kji_subject-civil","kji_keyword-acordao","kji_keyword-processo","kji_keyword-supremo","kji_keyword-tbmts","kji_keyword-tribunal","kji_language-pt"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.4 (Yoast SEO v27.4) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 9434\/06.6TBMTS.P2.S1 \u2013 2023-01-10 - Ma\u00eetre Hassan Kohen, avocat en droit p\u00e9nal \u00e0 Paris<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"ru_RU\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 9434\/06.6TBMTS.P2.S1 \u2013 2023-01-10\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Relator: MARIA DOS PRAZERES PIZARRO BELEZA. I - O CPC de 2013 aplica-se aos recursos interpostos de decis?es proferidas ap?s a sua entrada em vigor, mesmo que em ac??es pendentes; apenas n?o vale o obst?culo da dupla conformidade entre as decis?es das inst?ncias, se a ac??o tiver sido proposta antes de 01-01-2008. II - Tratando-se de um recurso de revista admiss?vel se ocorrer ofensa de caso julgado, a interven??o do STJ limita-se a verificar se ocorreu ou essa ofensa, apenas conhecendo do m?rito do recurso caso a resposta seja afirmativa e na medida em que o for. III -A liquida??o de uma condena??o gen?rica destina-se afixar o objecto ou a quantidade da condena??o. IV - N?o ? poss?vel discutir a liquida??o que vier a ser efectuada pondo em causa a condena??o gen?rica. V - A liquida??o pode ter como ter por finalidade quantificar a indemniza??o por danos futuros, desde que previs?veis, mas n?o determin?veis no momento da condena??o gen?rica (art. 564.?, n.? 2, do CC). VI - Deve entender-se por danos futuros (por refer?ncia ao momento do encerramento da discuss?o) previs?veis, para o efeito de poderem ser objecto de liquida??o, os danos que sejam prov?veis ?com seguran?a bastante? (Vaz Serra). VII - O ju?zo sobre a previsibilidade dos danos futuros ? feito na decis?o condenat?ria. VIII - Viola o caso julgado formado pela decis?o condenat?ria a liquida??o de danos n?o abrangidos na condena??o gen?rica. IX - Ao homologar uma transac??o na qual apenas interv?m um de dois r?us condenados solidariamente pela decis?o de condena??o gen?rica, e ao condenar o r?u que n?o foi parte na transac??o na diferen?a entre o montante liquidado em 1.? inst?ncia e aquele pelo qual houve transa??o, a Rela??o desfaz a solidariedade. X - Se, por um lado, ? certo que o desrespeito do caso julgado ? de conhecimento oficioso, por outro, ?os efeitos do julgado, na parte n?o recorrida, n?o podem ser prejudicados pela decis?o do recurso (...)? - n.? 5 do art. 635.? do CPC -, o que implica que, desfeita a solidariedade por decis?o transitada, a condena??o do recorrente n?o possa exceder a que vem da Rela??o. XI - O montante correspondente ? liquida??o de danos n?o abrangidos pela condena??o gen?rica deve ser subtra?do ? soma das diversas parcelas consideradas em 1.? inst?ncia, sem considerar qualquer altera??o posterior, decidida por raz?es de equidade. XII - Sendo correctos e adequados os fundamentos indicados pelas inst?ncias para reduzir equitativamente o montante da condena??o, o STJ pode aplicar a propor??o explicitada, sem necessidade de determinar o regresso do processo ? 2.? inst?ncia para que proceda ao c?lculo da indemniza??o em falta.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Ma\u00eetre Hassan Kohen, avocat en droit p\u00e9nal \u00e0 Paris\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"\u041f\u0440\u0438\u043c\u0435\u0440\u043d\u043e\u0435 \u0432\u0440\u0435\u043c\u044f \u0434\u043b\u044f \u0447\u0442\u0435\u043d\u0438\u044f\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"3 \u043c\u0438\u043d\u0443\u0442\u044b\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/jurisprudences\\\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/jurisprudences\\\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\\\/\",\"name\":\"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 9434\\\/06.6TBMTS.P2.S1 \u2013 2023-01-10 - Ma\u00eetre Hassan Kohen, avocat en droit p\u00e9nal \u00e0 Paris\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2026-04-22T14:31:37+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/jurisprudences\\\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"ru-RU\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/jurisprudences\\\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/jurisprudences\\\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/avocats-en-droit-penal-a-paris-conseil-et-defense-strategique\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Jurisprudences\",\"item\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/jurisprudences\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 9434\\\/06.6TBMTS.P2.S1 \u2013 2023-01-10\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/\",\"name\":\"Kohen Avocats\",\"description\":\"Ma\u00eetre Hassan Kohen, avocat p\u00e9naliste \u00e0 Paris, intervient exclusivement en droit p\u00e9nal pour la d\u00e9fense des particuliers, notamment en mati\u00e8re d\u2019accusations de viol. Il assure un accompagnement rigoureux d\u00e8s la garde \u00e0 vue jusqu\u2019\u00e0 la Cour d\u2019assises, veillant au strict respect des garanties proc\u00e9durales.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"ru-RU\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/#organization\",\"name\":\"Kohen Avocats\",\"url\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"ru-RU\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/01\\\/Logo-2-1.webp\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/01\\\/Logo-2-1.webp\",\"width\":2114,\"height\":1253,\"caption\":\"Kohen Avocats\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/kohenavocats.com\\\/ru\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"}}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 9434\/06.6TBMTS.P2.S1 \u2013 2023-01-10 - Ma\u00eetre Hassan Kohen, avocat en droit p\u00e9nal \u00e0 Paris","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\/","og_locale":"ru_RU","og_type":"article","og_title":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 9434\/06.6TBMTS.P2.S1 \u2013 2023-01-10","og_description":"Relator: MARIA DOS PRAZERES PIZARRO BELEZA. I - O CPC de 2013 aplica-se aos recursos interpostos de decis?es proferidas ap?s a sua entrada em vigor, mesmo que em ac??es pendentes; apenas n?o vale o obst?culo da dupla conformidade entre as decis?es das inst?ncias, se a ac??o tiver sido proposta antes de 01-01-2008. II - Tratando-se de um recurso de revista admiss?vel se ocorrer ofensa de caso julgado, a interven??o do STJ limita-se a verificar se ocorreu ou essa ofensa, apenas conhecendo do m?rito do recurso caso a resposta seja afirmativa e na medida em que o for. III -A liquida??o de uma condena??o gen?rica destina-se afixar o objecto ou a quantidade da condena??o. IV - N?o ? poss?vel discutir a liquida??o que vier a ser efectuada pondo em causa a condena??o gen?rica. V - A liquida??o pode ter como ter por finalidade quantificar a indemniza??o por danos futuros, desde que previs?veis, mas n?o determin?veis no momento da condena??o gen?rica (art. 564.?, n.? 2, do CC). VI - Deve entender-se por danos futuros (por refer?ncia ao momento do encerramento da discuss?o) previs?veis, para o efeito de poderem ser objecto de liquida??o, os danos que sejam prov?veis ?com seguran?a bastante? (Vaz Serra). VII - O ju?zo sobre a previsibilidade dos danos futuros ? feito na decis?o condenat?ria. VIII - Viola o caso julgado formado pela decis?o condenat?ria a liquida??o de danos n?o abrangidos na condena??o gen?rica. IX - Ao homologar uma transac??o na qual apenas interv?m um de dois r?us condenados solidariamente pela decis?o de condena??o gen?rica, e ao condenar o r?u que n?o foi parte na transac??o na diferen?a entre o montante liquidado em 1.? inst?ncia e aquele pelo qual houve transa??o, a Rela??o desfaz a solidariedade. X - Se, por um lado, ? certo que o desrespeito do caso julgado ? de conhecimento oficioso, por outro, ?os efeitos do julgado, na parte n?o recorrida, n?o podem ser prejudicados pela decis?o do recurso (...)? - n.? 5 do art. 635.? do CPC -, o que implica que, desfeita a solidariedade por decis?o transitada, a condena??o do recorrente n?o possa exceder a que vem da Rela??o. XI - O montante correspondente ? liquida??o de danos n?o abrangidos pela condena??o gen?rica deve ser subtra?do ? soma das diversas parcelas consideradas em 1.? inst?ncia, sem considerar qualquer altera??o posterior, decidida por raz?es de equidade. XII - Sendo correctos e adequados os fundamentos indicados pelas inst?ncias para reduzir equitativamente o montante da condena??o, o STJ pode aplicar a propor??o explicitada, sem necessidade de determinar o regresso do processo ? 2.? inst?ncia para que proceda ao c?lculo da indemniza??o em falta.","og_url":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\/","og_site_name":"Ma\u00eetre Hassan Kohen, avocat en droit p\u00e9nal \u00e0 Paris","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"\u041f\u0440\u0438\u043c\u0435\u0440\u043d\u043e\u0435 \u0432\u0440\u0435\u043c\u044f \u0434\u043b\u044f \u0447\u0442\u0435\u043d\u0438\u044f":"3 \u043c\u0438\u043d\u0443\u0442\u044b"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\/","url":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\/","name":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 9434\/06.6TBMTS.P2.S1 \u2013 2023-01-10 - Ma\u00eetre Hassan Kohen, avocat en droit p\u00e9nal \u00e0 Paris","isPartOf":{"@id":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/#website"},"datePublished":"2026-04-22T14:31:37+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\/#breadcrumb"},"inLanguage":"ru-RU","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-9434-06-6tbmts-p2-s1-2023-01-10\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/avocats-en-droit-penal-a-paris-conseil-et-defense-strategique\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Jurisprudences","item":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 9434\/06.6TBMTS.P2.S1 \u2013 2023-01-10"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/#website","url":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/","name":"Kohen Avocats","description":"Ma\u00eetre Hassan Kohen, avocat p\u00e9naliste \u00e0 Paris, intervient exclusivement en droit p\u00e9nal pour la d\u00e9fense des particuliers, notamment en mati\u00e8re d\u2019accusations de viol. Il assure un accompagnement rigoureux d\u00e8s la garde \u00e0 vue jusqu\u2019\u00e0 la Cour d\u2019assises, veillant au strict respect des garanties proc\u00e9durales.","publisher":{"@id":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"ru-RU"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/#organization","name":"Kohen Avocats","url":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"ru-RU","@id":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/kohenavocats.com\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Logo-2-1.webp","contentUrl":"https:\/\/kohenavocats.com\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Logo-2-1.webp","width":2114,"height":1253,"caption":"Kohen Avocats"},"image":{"@id":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/#\/schema\/logo\/image\/"}}]}},"jetpack_likes_enabled":false,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/wp-json\/wp\/v2\/kji_decision\/649542","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/wp-json\/wp\/v2\/kji_decision"}],"about":[{"href":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/wp-json\/wp\/v2\/types\/kji_decision"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=649542"}],"wp:term":[{"taxonomy":"kji_country","embeddable":true,"href":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/wp-json\/wp\/v2\/kji_country?post=649542"},{"taxonomy":"kji_court","embeddable":true,"href":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/wp-json\/wp\/v2\/kji_court?post=649542"},{"taxonomy":"kji_chamber","embeddable":true,"href":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/wp-json\/wp\/v2\/kji_chamber?post=649542"},{"taxonomy":"kji_year","embeddable":true,"href":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/wp-json\/wp\/v2\/kji_year?post=649542"},{"taxonomy":"kji_subject","embeddable":true,"href":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/wp-json\/wp\/v2\/kji_subject?post=649542"},{"taxonomy":"kji_keyword","embeddable":true,"href":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/wp-json\/wp\/v2\/kji_keyword?post=649542"},{"taxonomy":"kji_language","embeddable":true,"href":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/wp-json\/wp\/v2\/kji_language?post=649542"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}