{"id":649695,"date":"2026-04-22T17:00:52","date_gmt":"2026-04-22T15:00:52","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-2140-06-3taavr-i-p1-a-s1-a-a-2023-01-06\/"},"modified":"2026-04-22T17:00:52","modified_gmt":"2026-04-22T15:00:52","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-2140-06-3taavr-i-p1-a-s1-a-a-2023-01-06","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-2140-06-3taavr-i-p1-a-s1-a-a-2023-01-06\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 2140\/06.3TAAVR-I.P1-A.S1-A-A \u2013 2023-01-06"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: S?NIO ALVES. I. O princ?pio do juiz natural, com consagra??o constitucional no art? 32?, n? 9 da CRP, encontra-se estabelecido em benef?cio e defesa do arguido e constitui uma garantia de que o processo &#8212; o seu processo &#8212; ser? julgado pelo juiz do tribunal determinado &#8212; por lei anterior &#8212; competente para o efeito. II. Tal princ?pio s? h?-de ser arredado em situa??es extremas e, nomeadamente, naquelas em que o juiz natural n?o oferece as garantias de imparcialidade e de isen??o, necess?rias ? fun??o de julgar (naquele caso concreto, como ? ?bvio). III. ? manifestamente infundado o pedido de recusa de um Juiz Conselheiro quando se n?o alega facto algum que estabele?a uma liga??o sua ao processo e que o possa determinar a decidir em determinado sentido, nem s?o alegados factos de onde se possa extrair uma justificada desconfian?a da comunidade, relativamente ? imparcialidade do Juiz recusado, sendo certo que uma interpreta??o do requerente sobre a (ir)regularidade da distribui??o de um processo n?o ? apta a configurar o motivo, ainda para mais s?rio e grave, adequado a gerar desconfian?a sobre a imparcialidade do Juiz recusado.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/dcdb535f4605fe4d8025892f0057507c?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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