{"id":650864,"date":"2026-04-22T19:32:05","date_gmt":"2026-04-22T17:32:05","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-17293-20-0t8snt-a-l1-s1-2022-12-15\/"},"modified":"2026-04-22T19:32:05","modified_gmt":"2026-04-22T17:32:05","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-17293-20-0t8snt-a-l1-s1-2022-12-15","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-17293-20-0t8snt-a-l1-s1-2022-12-15\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 17293\/20.0T8SNT-A.L1.S1 \u2013 2022-12-15"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: M?RIO BELO MORGADO. I- A fixa??o oficiosa do valor da causa pela Rela??o deve ser impugnada em sede de recurso aut?nomo, n?o se enquadrando em qualquer das situa??es previstas no art. 636?, do CPC. II- A rejei??o da impugna??o da decis?o de facto, pelo A., por inobserv?ncia dos ?nus previstos no art. 640.?, do CPC, n?o enquadra na hip?tese contemplada no n? 2 do aludido art. 636?, do CPC. III- Julgada totalmente improcedente a a??o de impugna??o judicial de regularidade e ilicitude do despedimento na 1? inst?ncia, o valor da a??o foi fixado em 2.000,00 ?, nos termos do art.? 12.?, n.? 1, e), 1 do Regulamento das Custas Processuais, apenas para efeitos de custas. IV- Tendo a Rela??o declarado il?cito o despedimento, s? neste momento processual se torna poss?vel dar cumprimento ao estabelecido no art. 98?-P, n? 2, do CPT, pelo que n?o podia deixar de fixar o valor da causa, sob pena de incorrer em nulidade processual e sem que tal envolva infra??o do princ?pio do caso julgado formal. V- O art. 3.?, n.? 3, do CPC, pro?be a prola??o de decis?es-surpresa, embora dispense a observ?ncia do contradit?rio em caso de &quot;manifesta desnecessidade&quot;, tendo em conta os princ?pios da proibi??o de atos processuais in?teis e da preval?ncia do fundo sobre a forma. VI- A decis?o em apre?o foi proferida em obedi?ncia de lei expressa, pelo que as partes tinham a obriga??o de prever que o Tribunal da Rela??o podia e devia fixar o valor da causa em caso de proced?ncia da apela??o, sendo certo que os crit?rios para tal utilizados, nada tendo de in?dito (apesar de n?o serem consensuais), n?o apresentam qualquer elemento de ?surpresa?. VII- O requerimento de jun??o ao processo disciplinar de documentos que alegadamente se encontram na posse da entidade empregadora, apresentado pelo trabalhador, constitui uma dilig?ncia probat?ria, para efeitos do art. 356?, n? 5, do CT.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/340793d280617bcc8025891a00514134?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: M?RIO BELO MORGADO. 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