{"id":650865,"date":"2026-04-22T19:32:08","date_gmt":"2026-04-22T17:32:08","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-2222-20-9t8fnc-l1-s1-2022-12-15\/"},"modified":"2026-04-22T19:32:08","modified_gmt":"2026-04-22T17:32:08","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-2222-20-9t8fnc-l1-s1-2022-12-15","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-2222-20-9t8fnc-l1-s1-2022-12-15\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 2222\/20.9T8FNC.L1.S1 \u2013 2022-12-15"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: FRANCISCO MARCOLINO. I &#8212; O instituto do caso julgado ?visa garantir, fundamentalmente, o valor da seguran?a jur??dica, fundando-se a protec??o a essa seguran?a jur?dica, relativamente a actos jurisdicionais, no princ?pio do Estado de Direito, pelo que se trata de um valor constitucionalmente protegido ? art.? 2.? da Constitui??o ?, destinando-se a evitar que no exerc?cio da fun??o jurisdicional, se dupliquem as decis?es? II ? Para que se verifique a excep??o de caso julgado ? necess?rio que, em ambas as ac??es, haja identidade de sujeitos, de pedido e de causa de pedir. III ? A autoridade de caso julgado a que aludem os art.?s 619? e 621? do CPC visa garantir a coer?ncia e a dignidade das decis?es judiciais. IV &#8212; N?o se exige aqui a tr?plice identidade do caso julgado (art.? 581? do CPC), embora se saiba que a ?autoridade do caso julgado? n?o existe para desvirtuar a figura do ?caso julgado?. V ? No que diz respeito ao pedido e ? causa de pedir, h? tamb?m entendimento, ao que se cr? un?nime, no sentido de que a autoridade de caso julgado pode estender-se a quest?es que sejam antecedente l?gico necess?rio da parte dispositiva do julgado. Ponto ? que a concreta quest?o suscitada tenha sido objecto da decis?o judicial.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/07424fc26560458b8025891a00512cdc?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: FRANCISCO MARCOLINO. 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