{"id":650942,"date":"2026-04-22T19:45:45","date_gmt":"2026-04-22T17:45:45","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-632-16-5t8far-e1-s2-a-2022-12-15\/"},"modified":"2026-04-22T19:45:45","modified_gmt":"2026-04-22T17:45:45","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-632-16-5t8far-e1-s2-a-2022-12-15","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-632-16-5t8far-e1-s2-a-2022-12-15\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 632\/16.5T8FAR.E1.S2-A \u2013 2022-12-15"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: VIEIRA E CUNHA. I &#8212; A admissibilidade do recurso para uniformiza??o de jurisprud?ncia deve ponderar a amplitude dos poderes do Pleno a respeito das quest?es apreciadas no ac?rd?o recorrido, sendo de rejeitar se, relativamente a uma quest?o de direito que se revelou decisiva para o resultado declarado no ac?rd?o recorrido, n?o foi invocada qualquer contradi??o jurisprudencial, sendo manifestada apenas a discord?ncia do recorrente quanto ao modo como a mesma quest?o foi solucionada. II ? Se o ac?rd?o recorrido se socorre da pr?pria argumenta??o do ac?rd?o fundamento (a saber: ?Impugnada a decis?o da mat?ria de facto com base em meios de prova sujeitos ? livre aprecia??o, in casu, documentos particulares, testemunhas ou presun??es, com cumprimento dos requisitos previstos no art. 640? do NCPC, cumpre ? Rela??o proceder ? reaprecia??o desses meios de prova e reflectir na decis?o da mat?ria de facto a convic??o que formar, nos termos do art. 662??), mas concluiu que toda a mat?ria de facto que se visava impugnar, e relativamente a cuja aprecia??o se mostrava violado o disposto no art.? 662.? n.?s 1 e 2 CPCiv, se mostrava despicienda para a solu??o de direito, em nada contendeu com o ac?rd?o fundamento (com o qual, de resto, expressamente concordou). III ? Inexistindo qualquer esp?cie de identidade substantiva das quest?es suscitadas em ambos os processos, tamb?m n?o existe fundamento para uniformizar jurisprud?ncia, no quadro definido pelo art.? 688.? n.?1 do C?digo de Processo Civil. IV &#8212; As quest?es relativas ? imparcialidade e independ?ncia do tribunal, nos termos dos art.?s 203.? da Constitui??o da Rep?blica Portuguesa e 6.? n.? 1 da Conven??o Europeia dos Direitos Humanos (CEDH) n?o s?o ofendidos pela norma do art.? 692.? n.?s 1 a 4 do C?digo de Processo Civil, interpretada no sentido em que se determina que a rejei??o do recurso para uniformiza??o de jurisprud?ncia, ap?s exame preliminar, incumbe ao relator do processo em que foi proferido o ac?rd?o impugnado.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/2abb08cabe0899648025891a00364647?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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