{"id":653360,"date":"2026-04-23T00:45:44","date_gmt":"2026-04-22T22:45:44","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-85-20-3gboaz-a-s1-2022-11-10\/"},"modified":"2026-04-23T00:45:44","modified_gmt":"2026-04-22T22:45:44","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-85-20-3gboaz-a-s1-2022-11-10","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-85-20-3gboaz-a-s1-2022-11-10\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 85\/20.3GBOAZ-A.S1 \u2013 2022-11-10"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: ANT?NIO GAMA. I ? Fruto do consenso entre os sujeitos processuais intervenientes, a decis?o de aplica??o da san??o em processo sumar?ssimo n?o comporta recurso ordin?rio, sendo um dos casos previstos na parte final do art. 399.? e na al. g) do n.? 1 do art. 400.?, CPP. II ? A restri??o da men??o de irrecorribilidade apenas ao recurso ordin?rio (n.? 2, 2.? parte), a equipara??o ? senten?a do despacho que aplica a san??o em processo sumar?ssimo (n.? 2, 1.? parte), como, finalmente, a equipara??o ? senten?a de ?despacho que tiver posto fim ao processo? (art. 449.?\/2), o que ocorre com o despacho que procede ? aplica??o da san??o e ? condena??o no pagamento de taxa de justi?a, s?o fatores que apontam no sentido de que o despacho que aplica a san??o em processo sumar?ssimo ? suscet?vel de recurso extraordin?rio de revis?o pro reo, III ? No ordenamento processual penal portugu?s rege o princ?pio geral de que as nulidades ? mesmo as insan?veis ? ficam sanadas com o tr?nsito em julgado. IV ? O uso do processo sumar?ssimo por parte do M.? P.?, ao contr?rio do que parece entender o recorrente, n?o est? dependente de pr?via concord?ncia do arguido; se a pr?via concord?ncia do arguido induz celeridade no procedimento, valor relevante em processo penal, a concord?ncia ou discord?ncia do arguido processa-se em momento posterior ao referido no art. 392.?\/1, CPP, aquando da notifica??o judicial referida no art. 396.?, CPP. V ? Admitindo ? por efic?cia de argumenta??o ? que o desconhecimento da l?ngua portuguesa, por parte do requerente, pudesse conduzir, no caso, ? invalidade do consenso, o certo ? que realizadas as pertinentes dilig?ncias probat?rias, n?o se evidencia o facto alegado, pois o arguido vivendo em Portugal vai para trinta anos e sendo comerciante com contacto di?rio com o p?blico, conhece o suficiente a l?ngua portuguesa.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/be2afe8daf24ebe3802588f70031f479?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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(art. 449.?\/2), o que ocorre com o despacho que procede ? aplica??o da san??o e ? condena??o no pagamento de taxa de justi?a, s?o fatores que apontam no sentido de que o despacho que aplica a san??o em processo sumar?ssimo ? suscet?vel de recurso extraordin?rio de revis?o pro reo, III ? No ordenamento processual penal portugu?s rege o princ?pio geral de que as nulidades ? mesmo as insan?veis ? ficam sanadas com o tr?nsito em julgado. IV ? O uso do processo sumar?ssimo por parte do M.? P.?, ao contr?rio do que parece entender o recorrente, n?o est? dependente de pr?via concord?ncia do arguido; se a pr?via concord?ncia do arguido induz celeridade no procedimento, valor relevante em processo penal, a concord?ncia ou discord?ncia do arguido processa-se em momento posterior ao referido no art. 392.?\/1, CPP, aquando da notifica??o judicial referida no art. 396.?, CPP. V ? 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