{"id":657529,"date":"2026-04-23T09:31:34","date_gmt":"2026-04-23T07:31:34","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-364-21-2jacbr-c1-s1-2022-10-06\/"},"modified":"2026-04-23T09:31:34","modified_gmt":"2026-04-23T07:31:34","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-364-21-2jacbr-c1-s1-2022-10-06","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-364-21-2jacbr-c1-s1-2022-10-06\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 364\/21.2JACBR.C1.S1 \u2013 2022-10-06"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: CID GERALDO. I &#8212; A revis?o do CP de 2007, em fun??o do estabelecido no n.? 2 do art. 432.? do CPP, evidencia claramente a obrigatoriedade do recurso per saltum, desde que o recorrente tenha em vista a reaprecia??o de pena aplicada em medida superior a 5 anos de pris?o e vise exclusivamente a reaprecia??o da mat?ria de direito. A Rela??o tem compet?ncia para o conhecimento do recurso de pena aplicada em medida superior a 5 anos de pris?o se o recorrente, ao provocar a reaprecia??o do caso penal, quiser abranger a pr?pria mat?ria de facto. No caso em aprecia??o, o objeto dos recursos ? um ac?rd?o condenat?rio, proferido por um tribunal coletivo, em que foi aplicada ao recorrente uma pena ?nica de 17 anos de pris?o, pelo que, estando em causa uma delibera??o final de um tribunal coletivo, visando o recurso apenas o reexame de mat?ria de direito, cabe efetivamente ao STJ conhecer dos recursos, nos termos do art. 432.?, n.os 1, al. c), e 2, do CPP. II &#8212; Tendo presente a gravidade dos crimes (crime de homic?dio qualificado, p. e p. pelos arts. 131.? e 132.?, n.os 1 e 2, al. h), do CP, crime de ofensa ? integridade f?sica simples, p. e p. no art. 143.?, n.? 1, do CP; crime de deten??o de arma proibida, p. e p. no art. 86.?, n.? 1, al. c), da Lei n.? 5\/2006, de 23-02) no que tange ao concreto contexto em que os factos foram praticados, que fornecem a imagem global de uma atitude significativamente desconforme ao direito, a demonstrar a clara incapacidade do arguido em interiorizar a ilicitude da sua conduta, demonstrada pela falta de arrependimento (admitindo a agress?o f?sica ao seu irm?o e a posse ilegal da arma, mas imputando a terceiro a autoria dos disparos), e tendo ainda presente a moldura penal abstracta a considerar para a fixa??o da pena ?nica, a qual se baliza entre os 16 anos (a mais elevada das penas parcelares) e os 18 anos e 10 meses de pris?o, considera-se perfeitamente adequada, ajustada e equilibrada a pena ?nica de 17 anos de pris?o, que o tribunal a quo tinha fixado.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/141454b4c24fcdbc802588d7003e24c5?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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