{"id":663583,"date":"2026-04-23T21:21:53","date_gmt":"2026-04-23T19:21:53","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-38-20-1pksnt-l1-s1-2022-06-23\/"},"modified":"2026-04-23T21:21:53","modified_gmt":"2026-04-23T19:21:53","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-38-20-1pksnt-l1-s1-2022-06-23","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-38-20-1pksnt-l1-s1-2022-06-23\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 38\/20.1PKSNT.L1.S1 \u2013 2022-06-23"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: CID GERALDO. I &#8212; A manifesta improced?ncia verifica-se quando, atendendo ? factualidade apurada, ? letra da lei e ? jurisprud?ncia dos tribunais superiores, ? patente a sem raz?o do recorrente. A possibilidade de rejei??o liminar, em caso de improced?ncia manifesta, tem em vista moralizar o uso do recurso. II &#8212; Havendo recurso para o TRL, sendo o recurso rejeitado por decis?o sum?ria do relator, tendo reclamado o arguido para a confer?ncia, indeferindo o TRL a reclama??o, no ac?rd?o recorrido, concluI -se que a decis?o sum?ria (primeiro), e o ac?rd?o do TRL (depois), mantiveram integralmente (confirmaram) o ac?rd?o do tribunal colectivo no que toca ? factualidade provada, ? respectiva qualifica??o jur?dica e ?s penas. Ora, esse ju?zo confirmativo garante o duplo grau de jurisdi??o consagrado pelo art. 32.?, n.? 1 da CRP. III &#8212; Isto significa, visto o disposto nos art. 400.?, n.? 1, al. f) e 432.?, n.? 1, al. b), do CPP, que o ac?rd?o do tribunal da Rela??o de Lisboa (que indeferiu a reclama??o, confirmando a decis?o Ssm?ria proferida) ? irrecorr?vel na parte em que confirma a condena??o da 1.? inst?ncia (princ?pios da dupla conforme condenat?ria e da legalidade), apenas podendo ser apreciado quanto ? pena ?nica que lhe foi imposta por ser superior a 8 anos de pris?o, desde que houvesse recurso nessa parte, o que n?o aconteceu, uma vez que conforme resulta das conclus?es que delimitam o objecto do recurso, o recorrente n?o impugnou a pena ?nica, nem mesmo a t?tulo subsidi?rio. IV &#8212; Quanto ? quantia arbitrada nos termos do art. 82.?-A do CPP., dever? atender-se que, face o disposto no art. 400.?, n.? 2, do CPP, sem preju?zo do disposto nos art. 427.? e 432.?, o recurso da parte da senten?a relativa ? indemniza??o civil s? ? admiss?vel desde que o valor do pedido seja superior ? al?ada do tribunal recorrido e a decis?o impugnada seja desfavor?vel para o recorrente em valor superior a metade desta al?ada. A al?ada do tribunal da Rela??o em mat?ria c?vel ? de 30.000 euros (art. 44.?, n.? 1, da Lei n.? 62\/2013, de 26-08). Ora, uma vez que o valor da repara??o atribu?da ? v?tima foi fixado em 25.000 euros, tamb?m nesta parte o recurso ? inadmiss?vel.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/a353eea3191752a08025886b003184e4?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: CID GERALDO. I &#8212; A manifesta improced?ncia verifica-se quando, atendendo ? factualidade apurada, ? letra da lei e ? jurisprud?ncia dos tribunais superiores, ? patente a sem raz?o do recorrente. 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III - Isto significa, visto o disposto nos art. 400.?, n.? 1, al. f) e 432.?, n.? 1, al. b), do CPP, que o ac?rd?o do tribunal da Rela??o de Lisboa (que indeferiu a reclama??o, confirmando a decis?o Ssm?ria proferida) ? irrecorr?vel na parte em que confirma a condena??o da 1.? inst?ncia (princ?pios da dupla conforme condenat?ria e da legalidade), apenas podendo ser apreciado quanto ? pena ?nica que lhe foi imposta por ser superior a 8 anos de pris?o, desde que houvesse recurso nessa parte, o que n?o aconteceu, uma vez que conforme resulta das conclus?es que delimitam o objecto do recurso, o recorrente n?o impugnou a pena ?nica, nem mesmo a t?tulo subsidi?rio. 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