{"id":663596,"date":"2026-04-23T21:22:21","date_gmt":"2026-04-23T19:22:21","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-33-15-2japrt-a-s1-2022-06-23\/"},"modified":"2026-04-23T21:22:21","modified_gmt":"2026-04-23T19:22:21","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-33-15-2japrt-a-s1-2022-06-23","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-33-15-2japrt-a-s1-2022-06-23\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 33\/15.2JAPRT-A.S1 \u2013 2022-06-23"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: HELENA MONIZ. I &#8212; O arguido requer a presta??o de novas declara??es para negar os factos, o que s? por si, e sem a jun??o de outros elementos, n?o ? o bastante para que se possa concluir pela sua indispensabilidade para a descoberta da verdade e, por isso, nos termos do art. 453.?, n.? 1, do CPP, n?o foram as dilig?ncias realizadas. II &#8212; As testemunhas que o requerente pretende que sejam inquiridas, como expressamente refere no requerimento apresentado, apenas seriam testemunhas abonat?rias da sua personalidade, o que por si s? n?o determina a sua indispensabilidade em ordem a atingir a verdade material e processualmente v?lida para que se obtenham novos elementos que ponham em causa a justi?a da condena??o. III &#8212; O recorrente apresentou declara??o onde o seu subscritor afirma que nada lhe foi referido pela ofendida quanto aos factos, mas esta simples afirma??o n?o p?e em causa o depoimento da v?tima quer aquando das declara??es para mem?ria futura, quer em audi?ncia de discuss?o e julgamento; cumpre referir que esta testemunha nada acrescenta ao conhecido pelo tribunal; n?o conhecendo os factos, apenas consegue referir que a v?tima nada lhe referiu quanto a eventuais contactos sexuais com o arguido; assim sendo, e porque n?o s?o apresentados factos novos que ponham em causa, de forma s?ria e grave, a justi?a da condena??o, necessariamente deve ser negada a revis?o. IV &#8212; O requerente veio, em resposta ao parecer do MP (cujo exerc?cio se suscitou em aten??o ao princ?pio do contradit?rio) veio ainda alegar, em ?aditamento? ao pedido anterior, a nulidade das provas obtidas com fundamento no ac?rd?o do TC n.? 268\/2022 &#8212; por?m, o pedido de revis?o tem o ?mbito decorrente da peti??o inicial apresentada, n?o podendo ser alterado o seu ?mbito em momento posterior.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/7a9847be16e6e4d08025886b003096dd?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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