{"id":663598,"date":"2026-04-23T21:22:25","date_gmt":"2026-04-23T19:22:25","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-17-07-4mafig-c2-s1-2022-06-23\/"},"modified":"2026-04-23T21:22:25","modified_gmt":"2026-04-23T19:22:25","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-17-07-4mafig-c2-s1-2022-06-23","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-17-07-4mafig-c2-s1-2022-06-23\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 17\/07.4MAFIG.C2.S1 \u2013 2022-06-23"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: HELENA MONIZ. I ? Quanto ? alega??o de que o recurso deveria ter sido admitido ?? dado que h? uma decis?o inovat?ria no Tribunal da Rela??o pelo que, entende o recorrente, n?o ? defens?vel que se considere a decis?o irrecorr?vel com base no disposto no art. 400.?, n.? 1, als. d) e e), do CPP ? n?o pode mais este Supremo Tribunal de Justi?a conhecer desta quest?o uma vez que se encontra esgotado o poder jurisdicional. II ? No que respeita ? alega??o de que houve uma interpreta??o inconstitucional do art. 400.?, n.? 1, al. f), do CPP, bem como dos art. 401.?, n.? 1, al. c) e art. 400.?, n.? 1, al. f), ambos do CPP, quando interpretado como n?o sendo admiss?vel o recurso por falta de interesse em agir (?n?o ? admiss?vel, por falta de interesse em agir&#8230;?) (fundamento previsto no art. 401.?, n.? 2, do CPP) tamb?m agora n?o se pode conhecer, por estar esgotado o poder jurisdicional; por?m, cumpre salientar que o n?o conhecimento do recurso n?o resultou da aplica??o do disposto no art. 400.?, n.? 1, al. f), do CPP. III ? S? se impunha o conhecimento das inconstitucionalidades alegadas caso se tivesse analisado o recurso; n?o tendo sido o objeto do recurso conhecido, ficou prejudicado o conhecimento de todas as quest?es ali colocadas e onde se inclu?am estas. Assim, sendo, improcede a alega??o de nulidade do ac?rd?o.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/e170c5b27cd56e4b8025886b0030719e?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: HELENA MONIZ. I ? 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