{"id":666226,"date":"2026-04-24T01:06:59","date_gmt":"2026-04-23T23:06:59","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-557-13-6pdvng-b-s1-2022-06-02-2\/"},"modified":"2026-04-24T01:06:59","modified_gmt":"2026-04-23T23:06:59","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-557-13-6pdvng-b-s1-2022-06-02-2","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-557-13-6pdvng-b-s1-2022-06-02-2\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 557\/13.6PDVNG-B.S1 \u2013 2022-06-02"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: EDUARDO LOUREIRO. I &#8212; O requerente estriba o pedido de revis?o no que diz ser um novo meio de prova ? o documento emitido pelo Consulado pelo Consulado Geral da Rep?blica de Angola, em 21-05-2019, segundo o qual a Carta de Condu??o emitida pela Direc??o Nacional de Via??o e Tr?nsito de Angola, cuja c?pia o requerente apresentou no decurso do procedimento condenat?rio para comprovar a sua habilita??o legal para conduzir ve?culos autom?veis, ? verdadeira. II &#8212; N?o obstante se conceda que se possa tratar, de facto, de documento novo na acep??o ao art 449.?, n.? 1, al. d), do CPP, n?o pode este tribunal reconhecer uma for?a probat?ria ao mesmo que ponha em grave d?vida a justi?a da condena??o, uma vez que n?o basta que a nova prova lance simplesmente uma d?vida sobre a ocorr?ncia dos factos que accione as val?ncias do princ?pio do in dubio pro reo, antes se exigindo s?ria d?vida sobre a verosimilhan?a e sustentabilidade probat?ria da tese factual da condena??o em termos de constituir prova em sentido contr?rio que afecte, que corroa, os respectivos fundamentos. III &#8212; Assim, posta em causa a, alegada, habilita??o do requerente para conduzir com base em tal carta de condu??o nunca ser? uma declara??o consular como a que ora apresenta que a pode atestar, desconhecendo-se, ademais, as circunst?ncias em que ela foi emitida, pelo que apenas restar? concluir que, n?o lan?ando, como n?o lan?a, o documento novo d?vida s?ria sobre a justi?a da condena??o, n?o pode ser autorizada a revis?o pretendida.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/abf378ee41bd6bbe80258856002d52ed?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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