{"id":668846,"date":"2026-04-24T05:24:38","date_gmt":"2026-04-24T03:24:38","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-956-20-7pargr-l1-s1-2022-04-27\/"},"modified":"2026-04-24T05:24:38","modified_gmt":"2026-04-24T03:24:38","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-956-20-7pargr-l1-s1-2022-04-27","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-956-20-7pargr-l1-s1-2022-04-27\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 956\/20.7PARGR.L1.S1 \u2013 2022-04-27"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: HELENA FAZENDA. I &#8212; Foi o recorrente condenado nos presentes autos pela pr?tica de um crime de deten??o de arma proibida, em virtude de ter na sua posse uma ?matraca? de fabrico artesanal, constitu?da por dois peda?os cil?ndricos de madeira, cada um com cerca de 25 cm de comprimento, presos com parafusos ?s extremidades de um peda?o de corrente de ferro (argolas) com cerca de 20 cm de comprimento. II &#8212; Contudo, n?o resulta da mat?ria de facto provada a finalidade da deten??o da matraca, isto ?, que a mesma foi ?constru?da exclusivamente com o fim de ser utilizado como instrumento de agress?o?, elemento t?pico, essencial ? incrimina??o pela al. g) do n.? 1 do art. 86.? da Lei n.? 5\/2006, de 23-02. III &#8212; Em face disso, imp?e-se a altera??o da qualifica??o jur?dica dos factos, absolvendo-se o recorrente da pr?tica do referido crime e condenando-o pela pr?tica de uma contraordena??o prevista nos termos do art. 97.?, n.? 1, por refer?ncia ao art. 10.?, da Lei n.? 5\/2006, de 23-02. IV &#8212; No que respeita ? medida da pena aplicada pela pr?tica do crime de tr?fico de estupefacientes (4 anos e 10 meses de pris?o), o ac?rd?o recorrido respeitou as exig?ncias formais de fundamenta??o em mat?ria de pena &#8212; as exig?ncias de facto, selecionando e discorrendo sobre todos a factualidade que efetivamente relevam para a determina??o da san??o, bem como as exig?ncias de direito, enunciando corretamente o quadro legal aplic?vel, tendo aplicado, de forma adequada, a pena fixada que se situa no patamar necess?rio ?s concretas exig?ncias de preven??o geral e especial. V &#8212; Assim, e porque o STJ apenas interv?m na pena, alterando-a, quando deteta incorre??es ou distor??es no processo aplicativo desenvolvido em primeira inst?ncia, bem como na interpreta??o e aplica??o das normas legais e constitucionais que regem a determina??o da san??o, n?o decidindo como se a sua interven??o se operasse ex novo, mant?m-se a referida pena, por adequada, necess?ria e justa.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/167516575b6b9fef80258837004ffdbd?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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