{"id":668853,"date":"2026-04-24T05:24:51","date_gmt":"2026-04-24T03:24:51","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-34-20-9yrprt-p1-a-s1-2022-04-27\/"},"modified":"2026-04-24T05:24:51","modified_gmt":"2026-04-24T03:24:51","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-34-20-9yrprt-p1-a-s1-2022-04-27","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-34-20-9yrprt-p1-a-s1-2022-04-27\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 34\/20.9YRPRT.P1-A.S1 \u2013 2022-04-27"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: TERESA F?RIA. I &#8212; O presente procedimento de reconhecimento de senten?a penal estrangeira assenta na circunst?ncia de, previamente, ter sido determinada a recusa de execu??o de um MDE, nos termos do art. 12.?, n.? 1, al. g), da Lei n.? 65\/2003 de 23-08, em virtude de o ora recorrente ter resid?ncia est?vel, com a sua fam?lia, em territ?rio portugu?s. II &#8212; O recorrente considera que todo o procedimento que culminou com a prola??o do Ac?rd?o recorrido se encontra eivado de irregularidades v?rias: a insufici?ncia das informa??es constantes da certid?o a que alude o art. 8.? da Lei n.? 158\/2015, de 17-09, a nulidade da (re)distribui??o dos presentes autos e a preteri??o do princ?pio do juiz natural, irregularidades estas que constituir?o uma nulidade por insufici?ncia de inqu?rito, nos termos prescritos no art. 120.?, n.? 1, al. d), do CPP. III &#8212; Mesmo que o ora invocado pudesse configurar como uma insufici?ncia de inqu?rito ou instru??o, nos termos prescritos no art. 120.?, n.? 2, al. d), do CPP, sempre tal nulidade se encontraria sujeita a argui??o, num prazo limitado, o qual, nesta fase, se encontra j? ultrapassado. Como tal, a nulidade arguida encontra-se decidida por despacho judicial, que a n?o reconheceu, o qual n?o foi impugnado pelo ora recorrente, pelo que tais quest?es se encontram formal e materialmente transitadas e insuscet?veis de recurso. IV &#8212; Inexiste, tamb?m, qualquer erro da distribui??o que cumpra conhecer, sendo certo que o mesmo sempre consubstanciaria uma mera irregularidade, por for?a princ?pio da legalidade vigente em mat?ria de nulidades, a qual se encontraria j? completamente sanada nesta fase processual, n?o tendo virtualidade suficiente para afetar o invocado princ?pio do juiz natural ou juiz legal.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/31287e5d4f5efd8880258837004f470c?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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II &#8212; O recorrente considera que todo o procedimento que culminou com a prola??o do Ac?rd?o recorrido se encontra eivado de irregularidades v?rias: a insufici?ncia das informa??es constantes da certid?o a que alude o art. 8.? da Lei n.? 158\/2015, de 17-09, a nulidade da (re)distribui??o dos presentes autos e a preteri??o do princ?pio do juiz natural, irregularidades estas que constituir?o uma nulidade por insufici?ncia de inqu?rito, nos termos prescritos no art. 120.?, n.? 1, al. d), do CPP. III &#8212; Mesmo que o ora invocado pudesse configurar como uma insufici?ncia de inqu?rito ou instru??o, nos termos prescritos no art. 120.?, n.? 2, al. d), do CPP, sempre tal nulidade se encontraria sujeita a argui??o, num prazo limitado, o qual, nesta fase, se encontra j? ultrapassado. Como tal, a nulidade arguida encontra-se decidida por despacho judicial, que a n?o reconheceu, o qual n?o foi impugnado pelo ora recorrente, pelo que tais quest?es se encontram formal e materialmente transitadas e insuscet?veis de recurso. 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