{"id":673023,"date":"2026-04-24T14:51:12","date_gmt":"2026-04-24T12:51:12","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-577-14-3tbalr-e-e1-s1-2022-02-22\/"},"modified":"2026-04-24T14:51:12","modified_gmt":"2026-04-24T12:51:12","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-577-14-3tbalr-e-e1-s1-2022-02-22","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-577-14-3tbalr-e-e1-s1-2022-02-22\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 577\/14.3TBALR-E.E1.S1 \u2013 2022-02-22"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: LUIS ESP?RITO SANTO. I &#8212; N?o havendo o recorrente colocado em crise os factos considerados pelo juiz a quo para fundamentar a sua decis?o de absolvi??o da inst?ncia dos r?us, nem tendo tido lugar sequer qualquer tipo de produ??o de prova em sede de julgamento cuja reaprecia??o fosse pedida perante o tribunal da Rela??o, em termos da sua impugna??o ao abrigo do disposto no art. 640.?, n.os 1 e 2, do CPC, limitando-se a parte a sustentar que, para al?m dos factos considerados, h? outros por si alegados que permitiriam proferir decis?o oposta relativamente ? afirmada viola??o da autoridade do caso julgado, n?o se verifica utiliza??o incorrecta dos poderes em mat?ria de facto conferidos ? 2.? inst?ncia pelo art. 662.? do CPC. II &#8212; Com efeito, apenas foi questionado o fundamento jur?dico substantivo que alicer?ou a decis?o de viola??o da autoridade do caso julgado em face a todos os elementos que os autos forneciam na fase do seu saneamento, entendendo a recorrente que a conclus?o a extrair deveria ser a contr?ria daquela que foi proferida pela 1.? inst?ncia. III &#8212; Esta decis?o de m?rito, constante do ac?rd?o recorrido e pertinente ao ?mbito estritamente jur?dico da causa, traduz t?o somente a integral confirma??o da an?lise j? realizada em 1.? inst?ncia, bem como da solu??o jur?dica consequentemente adoptada, nas quais o tribunal da Rela??o inteiramente se louvou. IV &#8212; Ora, constando dos autos todos os factos invocados pelo recorrente, o tribunal da Rela??o poderia t?-los considerado se n?o tivesse entendido suficientes e relevantes para suportar a decis?o de 1.? inst?ncia precisamente aqueles que esta elencou, n?o conferindo destaque bastante aos restantes (exactamente pela mesma raz?o que motivou o juiz a quo a estribar-se na sufici?ncia desses elementos), constituiu-se assim dupla conforme nos termos do art. 671.?, n.? 3, do CPC, impeditiva da interposi??o de revista normal prevista no art. 671.?, n.? 1, do CPC, restando ao recorrente a figura da revista excepcional, prevista no art. 672.? do CPC, de que, igualmente e a t?tulo subsidi?rio, se socorreu.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/92ee5960feb9ec67802587f2003615e2?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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