{"id":673388,"date":"2026-04-24T15:43:40","date_gmt":"2026-04-24T13:43:40","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-13-18-6s1lsb-g-2022-02-02\/"},"modified":"2026-04-24T15:43:40","modified_gmt":"2026-04-24T13:43:40","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-13-18-6s1lsb-g-2022-02-02","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-13-18-6s1lsb-g-2022-02-02\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 13\/18.6S1LSB-G \u2013 2022-02-02"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: LOPES DA MOTA. I &#8212; Os motivos de ?ilegalidade da pris?o?, como fundamento da provid?ncia de habeas corpus, de enumera??o taxativa, t?m de reconduzir-se ? previs?o das al?neas do n.? 2 do artigo 222.? do CPP, pelo que o STJ apenas tem de verificar (a) se a pris?o resulta de uma decis?o judicial exequ?vel, (b) se a priva??o da liberdade se encontra motivada por facto que a admite e (c) se est?o respeitados os respetivos limites de tempo fixados na lei ou em decis?o judicial. II &#8212; A pris?o preventiva, enquanto medida de coa??o de ultima ratio, est? sujeita aos prazos de dura??o m?xima previstos no artigo 215.? do CPP, a contar do seu in?cio, findos os quais se extingue. III &#8212; O crime de tr?fico de armas inscreve-se no conceito de criminalidade altamente organizada, na defini??o da al. m) do art. 1.? do CPP. IV &#8212; Encontrando-se o processo em fase de julgamento, sendo caso de criminalidade violenta e tendo o procedimento sido declarado de especial complexidade, a pris?o preventiva extingue-se quando, desde o seu in?cio, tiverem decorrido 2 anos e 6 meses ?sem que tenha havido condena??o em 1.? inst?ncia? [artigo 215.?, n.os 1, al. c), 2 e 3, do CPP]. V &#8212; N?o havendo senten?a elaborada, assinada, lida e depositada em conformidade com o disposto no artigo 372.? do CPP, o qual, lido em conjuga??o com o artigo 6.? da CEDH, confere express?o ao ?direito ? pron?ncia p?blica da senten?a?, n?o houve ?condena??o?, no sentido que lhe ? conferido pelo artigo 215.?, n.? 1, al. c), do CPP. VI &#8212; A leitura, por s?mula, em audi?ncia, do resultado e sentido da delibera??o do coletivo, que deveriam constar da senten?a, ainda n?o elaborada, n?o constitui ?condena??o? nos termos e para os efeitos previstos neste preceito. VII &#8212; Pelo que, extinguindo-se o prazo de pris?o preventiva sem que a senten?a tenha sido elaborada e publicada, nos termos previstos no artigo 372.? do CPP, a pris?o se mant?m para al?m do prazo fixado pela lei, verificando-se, assim, o fundamento de ilegalidade da pris?o a que se refere a al. c) do n.? 2 do artigo 222.? do CPP.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/869dd65b2058eaf5802587de004c447a?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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