{"id":674178,"date":"2026-04-24T18:13:11","date_gmt":"2026-04-24T16:13:11","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-6798-16-7t8lsb-a-l2-s1-2022-01-18\/"},"modified":"2026-04-24T18:13:11","modified_gmt":"2026-04-24T16:13:11","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-6798-16-7t8lsb-a-l2-s1-2022-01-18","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-6798-16-7t8lsb-a-l2-s1-2022-01-18\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 6798\/16.7T8LSB-A.L2.S1 \u2013 2022-01-18"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: JORGE DIAS. I &#8212; A admissibilidade do recurso de revista, no caso de o ac?rd?o da Rela??o ter confirmado, por unanimidade, a decis?o da 1? inst?ncia, est? dependente do facto de ter sido empregue fundamenta??o substancialmente (essencialmente) diferente. II &#8212; A circunst?ncia de o Tribunal da Rela??o entender que os avalistas podiam discutir a rela??o subjacente, mas sem que da? extraia qualquer consequ?ncia, entendendo ser in?cua porque havia nos autos elementos para ser proferida decis?o final no recurso, sem necessidade de remeter os autos ? 1? Inst?ncia, n?o configura uma fundamenta??o essencialmente diferente. III &#8212; N?o resultando qualquer efeito ?til da diverg?ncia entre o decidido pela 1? Inst?ncia e o decidido pelo Tribunal da Rela??o, tem de a mesma se entender como n?o impeditiva da verifica??o da dupla conforme, n?o constitui uma diverg?ncia essencial. III &#8212; O Tribunal da Rela??o pode substituir-se ? 1? Inst?ncia, regra da substitui??o do tribunal recorrido, conforme art. 665?, do CPC, s? n?o o fazendo quando n?o disponha dos elementos necess?rios e, ?s? nesta eventualidade se justifica a devolu??o do processo para o tribunal a quo? ? Cfr. Abrantes Geraldes in Recursos no Novo C?digo de Processo Civil, 5? ed., p?g. 335. IV &#8212; N?o h? lugar a recurso de revista para an?lise exclusiva de eventuais nulidades. As nulidades s? s?o argu?veis por via do recurso de revista quando da decis?o reclamada caiba tamb?m recurso ordin?rio, conforme n? 4 do art. 615? do CPC.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/4fa3acd796e75c0e802587d0004f6e82?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: JORGE DIAS. 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