{"id":688087,"date":"2026-04-26T00:14:06","date_gmt":"2026-04-25T22:14:06","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-363-13-8t2stc-e2-s1-2021-07-01\/"},"modified":"2026-04-26T00:14:06","modified_gmt":"2026-04-25T22:14:06","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-363-13-8t2stc-e2-s1-2021-07-01","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-363-13-8t2stc-e2-s1-2021-07-01\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 363\/13.8T2STC.E2.S1 \u2013 2021-07-01"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: FERNANDO BAPTISTA. I. O registo predial ? meramente enunciativo, na medida em que se limita a dar conhecimento da exist?ncia do facto registado, n?o acrescentando nada de novo no plano da relev?ncia substantiva desse facto. N?o pode, assim, assegurar a exist?ncia efectiva do direito da pessoa a favor de quem esteja registado um pr?dio, mas s? que, a ter ele existido, ainda se conserva. II. Aproveitando-se o Autor da presun??o fundada no registo, sujeita-se a que o r?u ilida essa mesma presun??o, ou beneficie de presun??o prevalente, nomeadamente atrav?s da invoca??o da presun??o derivada da posse, nos termos do art. 1268?, n? 1, do CC. III. Esta presun??o de posse (a que alude o art? 1268?, n?1 CC) n?o se refere ?s situa??es em que se verifica a usucapi?o, pois a usucapi?o ?, por si s?, uma forma origin?ria de aquisi??o da propriedade, estando j? expressamente excepcionada na al. a) do n? 2 do art. 5? do CRP. Assim, na aquisi??o por usucapi?o, havendo registo ainda que anterior ao in?cio desta posse, ele cede perante esta aquisi??o. Por isso, e conforme decorre do Ac?rd?o Uniformizador de Jurisprud?ncia n? 3\/99, de 18 de Maio de 1999, ?a posse a que se reporta o presente artigo s? pode ser a que, revestindo-se dos requisitos inerentes ao seu conceito (?), ainda lhe falta capacidade aquisitiva por car?ncia do decurso do tempo necess?rio.?. IV. Havendo corpus, em princ?pio h? posse, salvo quando o possuidor revele uma vontade segundo a qual ele age sem animus possidendi. ? este elemento negativo que desvaloriza ou descaracteriza o corpus, valendo, a este respeito, tanto uma manifesta??o expressa como t?cita da vontade, desde que, quanto a esta segunda modalidade, o comportamento do possuidor a permita deduzir, com toda a probabilidade (n.? 1 do art.? 217.?, CC). V. Na acess?o, uma das coisas n?o pertence a quem a uniu a outra ou a quem a transformou; o autor da acess?o ? ao contr?rio da posse conducente ? usucapi?o ? n?o procede na convic??o de ser dono ou leg?timo possuidor das coisas unidas.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/c7d8828ecfab466f80258706005deca3?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: FERNANDO BAPTISTA. I. 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