{"id":734581,"date":"2026-04-28T17:38:05","date_gmt":"2026-04-28T15:38:05","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-35-18-7gbvvc-e1-s1-2020-10-14\/"},"modified":"2026-04-28T17:38:05","modified_gmt":"2026-04-28T15:38:05","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-35-18-7gbvvc-e1-s1-2020-10-14","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-35-18-7gbvvc-e1-s1-2020-10-14\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 35\/18.7GBVVC. E1.S1 \u2013 2020-10-14"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: PAULO FERREIRA DA CUNHA. I. N?o pode considerar-se consubstanciar omiss?o de pron?ncia nem qualquer outra nulidade um processo de forma??o da convic??o do Tribunal em que a prova ? apreciada de forma objetiva, segundo as regras da experi?ncia, com razoabilidade e pondera??o, e, consequentemente, n?o aceitando vers?es inveros?meis (e pro domo). Tal n?o significa nenhuma porta aberta ao subjetivismo nem ao ?direito livre?, antes uma acrescida responsabilidade do julgador e obviamente a sua vincula??o ? lei, ? razoabilidade e ? l?gica. Tudo sendo objeto de fundamenta??o e submetido ?s garantias do recurso. Teve-se presente o art. 127 CPP e, nomeadamente, Ac. STJ de 30\/04\/2020 no Proc. n.? 286\/17.1JDLSB.L1.S1 (Relator: Conselheiro Francisco Caetano). II. N?o pode colher uma meramente alegada falta de intencionalidade de matar (substitu?da pelo fito de mera intimida??o ou amea?a) como forma de atacar a decis?o pelo tipo legal de homic?dio. Face ? mat?ria de facto dada como provada, conclui-se que se mostram verificados todos os elementos objetivos e os subjetivos do tipo do crime de homic?dio, previsto no artigo 131 do C?digo Penal, posto que na forma tentada, sem reparo ? agrava??o decorrente do uso de arma de fogo (o que o recorrente, ali?s, tamb?m n?o questiona). III. N?o se encontra presente qualquer inconstitucionalidade quando as mat?rias relevantes foram todas devidamente apreciadas em conson?ncia com o determinado pelo art. 32 da Constitui??o da Rep?blica Portuguesa. A pr?pria sindicabilidade das decis?es anteriores, nomeadamente do Ac?rd?o recorrido, operada por este Supremo Tribunal de Justi?a, ? inegavelmente uma forma de garantia. N?o se tem do uso da jurisdi??o constitucional o entendimento de um permanente ?recurso para o c?u? (para relembrar Locke e Hume) o qual, deus ex machina, possa sempre ser invocado. (Teve-se presente o Ac?rd?o do Tribunal Constitucional 244\/2007, Processo n.? 63\/07, Relator: Conselheiro Rui Moura Ramos). IV. Tendo em considera??o a necessidade de geral prote??o de bens jur?dicos (e a Vida ? bem jur?dico por excel?ncia), e o desiderato de reintegra??o do agente na sociedade (art. 40, n.? 1 do CP), assim como entendendo que a determina??o da medida da pena ? fun??o da culpa e das exig?ncias de preven??o, dentro dos limites determinados legalmente (art. 71, n.? 1) e de que, para efeitos da determina??o da pena ?nica, se tem de atender ao conjunto dos factos e da personalidade do agente (art. 77, n.? 1, in fine), nenhum reparo merece o Ac?rd?o recorrido e a decis?o que encerra. Entendendo-se confirmar o Ac?rd?o recorrido na sua integralidade, e negar provimento ao recurso.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/6dddc2d80594fc9380258640004ca98c?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: PAULO FERREIRA DA CUNHA. I. 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E1.S1 \u2013 2020-10-14 - Ma\u00eetre Hassan Kohen, avocat en droit p\u00e9nal \u00e0 Paris<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-35-18-7gbvvc-e1-s1-2020-10-14\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"ru_RU\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 35\/18.7GBVVC. E1.S1 \u2013 2020-10-14\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Relator: PAULO FERREIRA DA CUNHA. I. 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