{"id":772249,"date":"2026-04-30T05:18:16","date_gmt":"2026-04-30T03:18:16","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-68-18-3yflsb-2019-02-20-2\/"},"modified":"2026-04-30T05:18:16","modified_gmt":"2026-04-30T03:18:16","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-68-18-3yflsb-2019-02-20-2","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-68-18-3yflsb-2019-02-20-2\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 68\/18.3YFLSB \u2013 2019-02-20"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: HELENA MONIZ. I &#8212; Uma vez que, no caso, ? seguro que a interpreta??o do discurso fundamentador da atribui??o da nota??o permite a um destinat?rio medianamente diligente aperceber-se do itiner?rio cognoscitivo e valorativo seguido pelo CSM para denegar a pretens?o exposta na reclama??o para o respetivo Conselho Plen?rio, propiciando ? recorrente conhecer das raz?es que sustentaram a manuten??o da questionada classifica??o de servi?o, n?o se configura a alegada falta de fundamenta??o da delibera??o recorrida. II &#8212; O v?cio de viola??o de lei ocorre quando ? efetuada uma interpreta??o err?nea da lei, aplicando-a a realidade a que n?o devia ser aplicada ou deixando-a de aplicar a realidade que devia ser aplicada. III &#8212; Assentando a avalia??o da presta??o da recorrente, e a atribui??o da pertinente classifica??o de servi?o, numa valora??o aut?noma que escapa ?s regras da mera subsun??o legal, mostra-se l?gica e conceptualmente arredada a hip?tese de se descortinar um v?cio de viola??o de lei na delibera??o recorrida. IV &#8212; Nem o EMJ, nem o Regulamento do Servi?o de Inspe??es Judiciais do CSM, imp?em que, em todas as inspe??es, se encete uma compara??o com o desempenho de outros ju?zes de direito em id?nticas circunst?ncias, j? que, como ? natural, sup?e a possibilidade de existirem ju?zes cujos desempenhos possam ser confrontados com a presta??o do inspecionado, sendo que n?o cabe nos poderes cognitivos do STJ determinar se a formula??o desse ju?zo comparativo tinha interesse para a consecu??o das finalidades da inspe??o, visto que se trata de mat?ria em que imperam ju?zos de conveni?ncia e de oportunidade que s?o privativos da Administra??o. V &#8212; Assim, considerando que a recorrente simplesmente discorda dos crit?rios e da delibera??o do CSM na avalia??o do m?rito do seu desempenho funcional, e que o CSM, na sobredita avalia??o, agiu com submiss?o ? lei, n?o se descortinando erro manifesto ou grosseiro relativamente ao correspondente substrato factual ou que os crit?rios de avalia??o utilizados se revelem ostensivamente desajustados, falece o pretendido erro de valora??o determinante da invalida??o da delibera??o recorrida.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/3bd8bb46285f0d3c802583a8003467dc?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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