{"id":772270,"date":"2026-04-30T05:18:41","date_gmt":"2026-04-30T03:18:41","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-114-12-4pbbgc-f-s1-2019-02-20-2\/"},"modified":"2026-04-30T05:18:41","modified_gmt":"2026-04-30T03:18:41","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-114-12-4pbbgc-f-s1-2019-02-20-2","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-114-12-4pbbgc-f-s1-2019-02-20-2\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 114\/12.4PBBGC-F.S1 \u2013 2019-02-20"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: MANUEL AUGUSTO DE MATOS. I &#8212; Os fundamentos invocados nesta provid?ncia apresentam alguma identidade com os apresentados em anterior provid?ncia de ?habeas corpus? que foi indeferida, podendo, por isso, ser equacionada a verifica??o da excep??o do caso julgado, atentos os requisitos exigidos nos arts. 580.? e 581.? do CPC, disposi??es aplic?veis por for?a do artigo 4.? do CPP. Efectivamente, observa-se a identidade do sujeito (o requerente ? o mesmo), e a identidade do pedido (a sua imediata restitui??o ? liberdade). A causa de pedir (a ilegalidade da pris?o) nesta provid?ncia corresponde est? muito pr?xima da que integrou o fundamento da anterior provid?ncia de habeas corpus. II &#8212; O STJ tem regularmente decidido, a pris?o do requerente s? seria de considerar ilegal, porque perdurara por tempo excessivo, se a concess?o de liberdade condicional se mostrasse obrigat?ria, como seria o caso da hip?tese prevista no n.? 4 do art. 61.? do CP. III &#8212; A liberdade condicional ? obrigatoriamente concedida quando o condenado tiver cumprido 5\/6 de uma pena superior a 6 anos, nos termos do art. 61.?, n.? 4, do CP, sendo as restantes situa??es, previstas em tal normativo, de concess?o facultativa quando o condenado atinge metade ou os 2\/3 da pena e se mostrem presentes os requisitos previstos naquele artigo. IV &#8212; Encontrando-se o peticionante em cumprimento de pena pris?o em 19-01-2018, cujo termo apenas ser? atingido em 25-10-2020, conforme liquida??o da pena efectuada nos autos, for?oso ? concluir que o respectivo prazo ainda n?o decorreu, n?o se verificando, pois, a invocada ilegalidade da pris?o, a qual, foi determinada pela autoridade competente e por facto que a lei permite (execu??o da pena imposta), n?o importando ofensa de qualquer princ?pio ou norma constitucional.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/b85685824ee6e29c802583a7005050e8?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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