{"id":776872,"date":"2026-04-30T09:27:41","date_gmt":"2026-04-30T07:27:41","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-37-18-3yflsb-2018-12-13\/"},"modified":"2026-04-30T09:27:41","modified_gmt":"2026-04-30T07:27:41","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-37-18-3yflsb-2018-12-13","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-37-18-3yflsb-2018-12-13\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 37\/18.3YFLSB \u2013 2018-12-13"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: JOS? RAINHO. I &#8212; O n.? 1 do art. 34.? do EMJ rege sobre os crit?rios das classifica??es, estabelecendo que importa atender ao modo como os ju?zes de direito desempenham a sua fun??o, bem como ao volume; ? dificuldade e ? gest?o do servi?o a seu cargo, termos em que a norma citada deixa em aberto a forma ou meio de operacionalizar na pr?tica esses crit?rios. II &#8212; O recurso ? compara??o com o desempenho profissional de outros ju?zes nas mesmas condi??es ou circunst?ncias, bem como a utiliza??o de relat?rios e grelhas de monitoriza??o, s?o formas de operacionalizar tais crit?rios, da? que de tal norma nada se retira que suporte a pretensa nulidade da delibera??o em causa. III &#8212; O mesmo se diga do art. 37.? do EMJ, norma que disp?e sobre os elementos a considerar obrigatoriamente nas classifica??es, n?o impedindo, naturalmente, que outros elementos sejam considerados, a come?ar por aqueles que a densifica??o dos crit?rios estatu?dos no dito art. 34.? implica. IV &#8212; Assim, carece de fundamento a afirma??o do que a delibera??o impugnada ? irrazo?vel e ilegal, e que afronta os princ?pios da igualdade, da independ?ncia e da imparcialidade, quando tal delibera??o se baseia num relat?rio inspetivo que se conteve rigorosamente dentro dos par?metros legais, precisamente porque fez uso de crit?rios e elementos &#8212; entre estes o desempenho m?dio (comparativo) dos demais ju?zos da mesma Inst?ncia\/Ju?zo Local, em fun??o de elementos estat?sticos &#8212; admitidos na lei e que, portanto, lhe era l?cito usar. V &#8212; A considera??o de relat?rios semestrais e de grelhas de monitoriza??o, que s?o meros instrumentos de gest?o que permitem a leitura da produtividade individual e global, bem como a an?lise do estado evolutivo das pend?ncias, n?o assumindo a natureza de ordens ou instru??es, n?o viola o princ?pio da independ?ncia dos ju?zes. VI &#8212; N?o resultando concludentemente dos autos que se tenham verificado supostos lapsos ou erros de aprecia??o, n?o se pode concluir por qualquer invalidade da delibera??o recorrida em termos de viola??o do princ?pio da imparcialidade.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/c84e7678575532c680258367004ee541?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: JOS? RAINHO. 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