{"id":798069,"date":"2026-05-01T06:08:10","date_gmt":"2026-05-01T04:08:10","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-32-24-3shlsb-l1-3-2026-04-22\/"},"modified":"2026-05-01T06:08:10","modified_gmt":"2026-05-01T04:08:10","slug":"acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-32-24-3shlsb-l1-3-2026-04-22","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-32-24-3shlsb-l1-3-2026-04-22\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Tribunal da Rela\u00e7\u00e3o de Lisboa \u2013 Processo 32\/24.3SHLSB.L1-3 \u2013 2026-04-22"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: JOAQUIM JORGE DA CRUZ. SUM?RIO (da responsabilidade do relator): I. Na impugna??o ampla da mat?ria de facto n?o basta a indica??o dos factos que se reputam mal julgados nem a simples indica??o das provas, por remiss?o gen?rica para as mesmas, que imp?em diverso ju?zo. II. ? ainda necess?rio, no caso de declara??es do arguido e depoimentos de testemunhas gravados, a refer?ncia ?s concretas passagens\/excertos das declara??es que, no entendimento do recorrente, imponham decis?o diversa da assumida, desde que transcritas; III. A transcri??o das declara??es\/depoimentos tem de ser literal, n?o cumprindo tal ?nus quem se limita a afirmar que o arguido produziu determinada declara??o ou que a testemunha prestou determinado depoimento, sem transcrever o que efetivamente foi declarado pelo arguido ou verbalizado pela testemunha; IV. A interven??o dos tribunais de 2? inst?ncia na aprecia??o das penas fixadas, ou mantidas, pela 1? inst?ncia deve ser parcimoniosa e cingir-se ? corre??o das opera??es de determina??o ou do procedimento, ? indica??o dos fatores que devam considerar-se irrelevantes ou inadmiss?veis, ? falta de indica??o de fatores relevantes, ao desconhecimento pelo tribunal ou ? errada aplica??o dos princ?pios gerais de determina??o, ? quest?o do limite da moldura da culpa, bem como a situa??o econ?mica do agente, mas j? n?o deve sindicar a determina??o, dentro daqueles par?metros da medida concreta da pena, salvo perante a viola??o das regras da experi?ncia, a despropor??o da quantifica??o efetuada, ou o afastamento relevante das medidas das penas que v?m sendo fixadas pelos tribunais de recurso para casos similares.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jtrl.nsf\/33182fc732316039802565fa00497eec\/e79882b08b3b18fc80258de900550901?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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