{"id":798702,"date":"2026-05-01T06:38:35","date_gmt":"2026-05-01T04:38:35","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-12755-23-0t8snt-b-l1-7-2026-04-14-2\/"},"modified":"2026-05-01T06:38:35","modified_gmt":"2026-05-01T04:38:35","slug":"acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-12755-23-0t8snt-b-l1-7-2026-04-14-2","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-12755-23-0t8snt-b-l1-7-2026-04-14-2\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Tribunal da Rela\u00e7\u00e3o de Lisboa \u2013 Processo 12755\/23.0T8SNT-B.L1-7 \u2013 2026-04-14"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: ALEXANDRA ROCHA. I ? N?o ocorre a nulidade a que se reporta o art. 615.? n.?1 d) do C?digo de Processo Civil, decorrente de o juiz deixar de pronunciar-se sobre quest?es que devesse apreciar, se na decis?o sobre a mat?ria de facto tiverem sido omitidos (n?o constando da mat?ria provada, nem da n?o provada) factos relevantes para a decis?o da causa. II ? Tal omiss?o gera, apenas, erro no julgamento da mat?ria de facto, a apreciar no ?mbito da impugna??o da decis?o de facto proferida pelo tribunal a quo. III ? S?o requisitos da provid?ncia cautelar comum: a. que muito provavelmente exista o direito tido por amea?ado (objecto de ac??o proposta ou a propor); b. que haja fundado receio de que outrem, antes de proferida decis?o de m?rito ? porque a ac??o n?o est? sequer proposta ou porque ainda se encontra pendente ?, cause les?o grave e dificilmente repar?vel a tal direito; c. que ao caso n?o convenha nenhuma das provid?ncias legalmente especificadas; d. que a provid?ncia requerida seja adequada a remover o ?periculum in mora? concretamente verificado e a assegurar a efectividade do direito amea?ado; e. que o preju?zo resultante da provid?ncia n?o exceda o dano que com ela se quis evitar. IV ? A simples utiliza??o, por terceiro, de im?vel que deve ser entregue ao requerente, n?o permite concluir pela exist?ncia de qualquer perigo de les?o grave e dificilmente repar?vel para o seu direito, por n?o se configurar que a eventual demora de uma ac??o declarativa torne imposs?vel ou muito dif?cil a repara??o dos danos, j? que, estando em causa preju?zos materiais, ? sempre vi?vel o estabelecimento de uma indemniza??o. V ? Para que aquele perigo estivesse configurado, seria necess?rio que tivesse sido alegado, v.g., que a requerida vem actuando sobre o im?vel de modo a causar-lhe danos irrevers?veis, ou que n?o tem patrim?nio suficiente para garantir a satisfa??o do avolumar do montante indemnizat?rio que eventualmente venha a caber ao requerente pelo preju?zo decorrente da utiliza??o do im?vel.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jtrl.nsf\/33182fc732316039802565fa00497eec\/1c1659fc315cdf4580258de1004ee62a?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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