{"id":813115,"date":"2026-05-02T04:28:59","date_gmt":"2026-05-02T02:28:59","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-16-22-6t9lrs-l1-3-2025-06-18\/"},"modified":"2026-05-02T04:28:59","modified_gmt":"2026-05-02T02:28:59","slug":"acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-16-22-6t9lrs-l1-3-2025-06-18","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-16-22-6t9lrs-l1-3-2025-06-18\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Tribunal da Rela\u00e7\u00e3o de Lisboa \u2013 Processo 16\/22.6T9LRS.L1-3 \u2013 2025-06-18"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: HERMENGARDA DO VALLE-FRIAS. Sum?rio (da responsabilidade da Relatora) I. A prova testemunhal tem por fun??o no processo a demonstra??o da realidade dos factos, tal como se l? na matriz do nosso direito (art? 341? do C?d. Civil). Conforme diz Antunes Varela [nota no texto], a prova testemunhal ? considerada, sob v?rios aspectos, a prova mais importante de entre aquelas que s?o admitidas por lei. Isto porque, nos termos da nossa lei, ? testemunha a pessoa que, n?o sendo parte na ac??o nem seu representante, ? chamada a narrar (declara??o de ci?ncia) as suas percep??es sobre factos passados. Espera-se dela que reproduza o que viu, o que ouviu, ou o que observou, o que sentiu. II. Faltar conscientemente ? verdade num processo judicial constitui, sem romantismos exagerados, uma falha de personalidade que implica que, por qualquer outro motivo menos substancial e injustificado [porque nada se provou em contr?rio], algu?m se disp?e a vir a um lugar em que se administra a Justi?a, e a enganar quem julga, contra ou a favor de algu?m, alterando com isso a realidade dos factos. O pre?o da mentira, este pre?o de que se fala e que n?o se mede, pelo menos neste contexto n?o se apurou coisa diversa, em dinheiro, ?, no entanto, elevad?ssimo e ? precisa uma personalidade especialmente individualista e deficientemente formada para aquiescer em compromet?-la.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jtrl.nsf\/33182fc732316039802565fa00497eec\/42ba5dfe1bd5d8c780258cc1005209ad?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: HERMENGARDA DO VALLE-FRIAS. Sum?rio (da responsabilidade da Relatora) I. 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Faltar conscientemente ? verdade num processo judicial constitui, sem romantismos exagerados, uma falha de personalidade que implica que, por qualquer outro motivo menos substancial e injustificado [porque nada se provou em contr?rio], algu?m se disp?e a vir a um lugar em que se administra a Justi?a, e a enganar quem julga, contra ou a favor de algu?m, alterando com isso a realidade dos factos. 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