{"id":813276,"date":"2026-05-02T04:58:38","date_gmt":"2026-05-02T02:58:38","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-19782-22-2t8lsb-l1-7-2025-06-17\/"},"modified":"2026-05-18T21:42:38","modified_gmt":"2026-05-18T19:42:38","slug":"acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-19782-22-2t8lsb-l1-7-2025-06-17","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/ru\/jurisprudences\/acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-19782-22-2t8lsb-l1-7-2025-06-17\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Tribunal da Rela\u00e7\u00e3o de Lisboa \u2013 Processo 19782\/22.2T8LSB.L1-7 \u2013 2025-06-17"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: PAULO RAMOS DE FARIA. 1. A considera\u00e7\u00e3o do direito estrangeiro, antes de ser uma quest\u00e3o de direito, \u00e9 uma quest\u00e3o de facto (art. 348.\u00ba do C\u00f3d. Civil). 2. Quando a impugna\u00e7\u00e3o da decis\u00e3o respeitante \u00e0 mat\u00e9ria de facto se funda na ofensa de uma disposi\u00e7\u00e3o legal que exige certa esp\u00e9cie de prova para a demonstra\u00e7\u00e3o do facto ou que fixe a for\u00e7a de determinado meio de prova, o apelante n\u00e3o est\u00e1 onerado com as indica\u00e7\u00f5es previstas no art. 640.\u00ba, n.os 1, al. b), e 2, al. a), do C\u00f3d. Proc. Civil. 3. O racioc\u00ednio probat\u00f3rio assente nas declara\u00e7\u00f5es de parte deve ser refor\u00e7ado (relativamente ao racioc\u00ednio desenvolvido sobre depoimentos de pessoas n\u00e3o interessadas na causa). 4. Independentemente da natureza do facto relevante (n\u00e3o not\u00f3rio) e da via pela qual foi adquirido processualmente, tem sempre ele de constar do leque dos factos provados (fundamenta\u00e7\u00e3o de facto), se vier a ser, e para que possa ser, invocado na fundamenta\u00e7\u00e3o de direito. 5. Quando o tribunal toma em considera\u00e7\u00e3o no julgamento (fundamenta\u00e7\u00e3o) de direito factos sobre os quais n\u00e3o se pronunciou no julgamento (fundamenta\u00e7\u00e3o) de facto, \u00e9 a pron\u00fancia sobre a mat\u00e9ria de facto deficiente. 6. Neste caso, se constarem do processo todos os elementos necess\u00e1rios \u00e0 segura prola\u00e7\u00e3o de uma decis\u00e3o sobre essa factualidade pelo tribunal de recurso, a este cabe proferir tal decis\u00e3o (art. 662.\u00ba, n.os 1 e 2, al. c) (a contrario), do C\u00f3d. Civil).<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jtrl.nsf\/33182fc732316039802565fa00497eec\/a1ee440955ec0e4d80258cbc0030c971?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: PAULO RAMOS DE FARIA. 1. A considera\u00e7\u00e3o do direito estrangeiro, antes de ser uma quest\u00e3o de direito, \u00e9 uma quest\u00e3o de facto (art. 348.\u00ba do C\u00f3d. Civil). 2. 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