{"id":798101,"date":"2026-05-01T06:09:00","date_gmt":"2026-05-01T04:09:00","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-244-25-2t8rgr-l1-6-2026-04-16\/"},"modified":"2026-05-01T06:09:00","modified_gmt":"2026-05-01T04:09:00","slug":"acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-244-25-2t8rgr-l1-6-2026-04-16","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/tr\/jurisprudences\/acordao-tribunal-da-relacao-de-lisboa-processo-244-25-2t8rgr-l1-6-2026-04-16\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Tribunal da Rela\u00e7\u00e3o de Lisboa \u2013 Processo 244\/25.2T8RGR.L1-6 \u2013 2026-04-16"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: MARIA TERESA MASCARENHAS GARCIA. Sum?rio (elaborado pela relatora): I. As excep??es perempt?rias ? cuja no??o ? dada pelo n.? 3 do art. 576.? do CPC ? reportam-se ? rela??o material e ? invoca??o de factos que impedem, modificam ou extinguem o efeito jur?dico dos factos articulados pelo Autor, conduzindo, como tal, ? improced?ncia e absolvi??o total ou parcial do pedido. II. A mesma sorte da improced?ncia tem a ac??o quando os pr?prios factos constitutivos alegados pelo(s) Autor(es) n?o s?o suscept?veis de conduzir ao efeito por eles pretendido consubstanciado no pedido formulado: quando assim ? estamos perante uma improced?ncia da ac??o, n?o por for?a de qualquer excep??o ? da alega??o de qualquer facto extintivo, modificativo ou impeditivo ? mas em virtude do m?rito intr?nseco da ac??o tal como configurada pelo Autor. III. O direito de prefer?ncia previsto no art. 1380.? do CC, ? semelhan?a dos demais direitos de prefer?ncia legais, constitui uma verdadeira restri??o ? autonomia da vontade, enquanto principio estruturante dos neg?cios jur?dicos IV. A d?vida interpretativa acerca de o direito de prefer?ncia previsto no art. 1380.? do CC assistir no caso de aliena??o de quotas al?quotas, tem de ser resolvida segundo crit?rios funcionais ou teleol?gicos, decorrentes da adequada pondera??o dos interesses e valores jur?dicos determinantes da concess?o do direito legal de prefer?ncia. V. N?o assiste aos propriet?rios de pr?dio r?stico ? no caso os Autores &#8211; direito de prefer?ncia em caso de aliena??o de quota al?quota do pr?dio r?stico confinante, quer quando um dos consortes (encontrando-se o pr?dio em regime de compropriedade) aliena a sua quota a estranho (que n?o seja propriet?rio confinante), quer na situa??o em que o propriet?rio (propriedade plena) aliena uma quota do seu direito (assim se instituindo o regime de compropriedade) a favor de estranho que n?o seja propriet?rio confinante.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jtrl.nsf\/33182fc732316039802565fa00497eec\/cc644790c103e43b80258de1002b533e?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). 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A mesma sorte da improced?ncia tem a ac??o quando os pr?prios factos constitutivos alegados pelo(s) Autor(es) n?o s?o suscept?veis de conduzir ao efeito por eles pretendido consubstanciado no pedido formulado: quando assim ? estamos perante uma improced?ncia da ac??o, n?o por for?a de qualquer excep??o ? da alega??o de qualquer facto extintivo, modificativo ou impeditivo ? mas em virtude do m?rito intr?nseco da ac??o tal como configurada pelo Autor. III. O direito de prefer?ncia previsto no art. 1380.? do CC, ? semelhan?a dos demais direitos de prefer?ncia legais, constitui uma verdadeira restri??o ? autonomia da vontade, enquanto principio estruturante dos neg?cios jur?dicos IV. A d?vida interpretativa acerca de o direito de prefer?ncia previsto no art. 1380.? do CC assistir no caso de aliena??o de quotas al?quotas, tem de ser resolvida segundo crit?rios funcionais ou teleol?gicos, decorrentes da adequada pondera??o dos interesses e valores jur?dicos determinantes da concess?o do direito legal de prefer?ncia. V. 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