{"id":643079,"date":"2026-04-22T02:45:46","date_gmt":"2026-04-22T00:45:46","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-16-23-9ggptg-a-s1-2023-03-08\/"},"modified":"2026-04-22T02:45:46","modified_gmt":"2026-04-22T00:45:46","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-16-23-9ggptg-a-s1-2023-03-08","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/zh-hans\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-16-23-9ggptg-a-s1-2023-03-08\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 16\/23.9GGPTG-A.S1 \u2013 2023-03-08"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: MARIA DO CARMO DIAS. I. As quest?es invocadas na peti??o deste habeas corpus (quando o peticionante sustenta, em s?ntese, que teve medo de repres?lias e, por isso, n?o forneceu a sua verdadeira identidade, que n?o percebia a l?ngua inglesa e, portanto, n?o foram assegurados uma tradu??o e um interprete id?neos na l?ngua materna e, teriam sido preteridos os seus direitos de defesa, concluindo que seria inv?lido o 1.? interrogat?rio judicial de arguido detido, bem como a aplica??o da pris?o preventiva, n?o produzindo esta quaisquer efeitos) deveriam ser colocadas (tempestivamente) durante o 1.? interrogat?rio judicial de arguido detido, como depois em sede de recurso dos despachos judiciais que ali fossem proferidos, e n?o neste habeas corpus que ? provid?ncia inadequada para esse efeito (uma vez que essa mat?ria n?o integra qualquer dos fundamentos do art. 222.? do CPP, que s?o taxativos). II. N?o concordando com o entendimento do Magistrado Judicial que validou a sua deten??o e lhe aplicou a pris?o preventiva a que ficou sujeito, deveria ter recorrido da respetiva decis?o, n?o sendo a provid?ncia de habeas corpus o meio pr?prio para discutir o m?rito daquela decis?o. III. A deten??o do arguido foi motivada por facto que a lei permite (deten??o por crime cometido em flagrante delito) mantendo-se dentro do prazo legal (na sequ?ncia de decis?o judicial, proferida nos termos legais). IV. Tudo revelando que foi feito um uso claramente abusivo desta provid?ncia excecional, pode concluir-se que a peti??o de habeas corpus ? manifestamente infundada, justificando-se a condena??o nos termos do art. 223.?, n.? 6, do CPP.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/e269f4787c50ad938025896d00328b12?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: MARIA DO CARMO DIAS. I. 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