{"id":659377,"date":"2026-04-23T13:16:26","date_gmt":"2026-04-23T11:16:26","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-213-22-4t8brr-l1-s1-2022-09-06\/"},"modified":"2026-04-23T13:16:26","modified_gmt":"2026-04-23T11:16:26","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-213-22-4t8brr-l1-s1-2022-09-06","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/zh-hans\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-213-22-4t8brr-l1-s1-2022-09-06\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 213\/22.4T8BRR.L1.S1 \u2013 2022-09-06"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: LUIS ESP?RITO SANTO. I ? Tendo sido fixado ? causa o valor de ? 5.000,01, que n?o sofreu qualquer altera??o, e que ? n?o superior ? al?ada do tribunal de que se recorre, o recurso de revista n?o ? admiss?vel por aus?ncia do pressuposto geral da impugnabilidade do ac?rd?o recorrido. II &#8211; No ?mbito dos processos de insolv?ncia a regra geral ? a da irrecorribilidade da decis?o proferida no ac?rd?o do Tribunal da Rela??o. III &#8211; Excepcionalmente a revista ser? admiss?vel caso se demonstre que foi proferido ac?rd?o anterior que, assente na mesma factualidade essencial, forneceu resposta diversa ? quest?o jur?dica fulcral e decisiva que se colocou no ac?rd?o recorrido, o que significa basicamente que existir? contradi??o de julgados quando aplicada a doutrina perfilhada no ac?rd?o fundamento sobre o mesmo n?cleo essencial de factos que ora se rediscute, a solu??o do ac?rd?o recorrido seria necess?ria e for?osamente diferente e antag?nica daquela que foi. IV ? Assim sendo, a figura da contradi??o entre julgados, enquanto requisito legal da admissibilidade da revista nos termos do artigo 14?, n? 1, do CIRE, pressup?e necessariamente que as situa??es versadas no ac?rd?o fundamento e no ac?rd?o recorrido, analisadas e confrontadas no plano factual ou material, sejam rigorosamente equipar?veis quanto ao seu n?cleo essencial, de modo a proporcionar a aplica??o, em cada um deles, do mesmo regime legal em termos directamente conflituantes, com solu??es de direito opostas e inconcili?veis que assim se contradizem.? V ? Verificando-se que no ac?rd?o fundamento o Tribunal da Rela??o considerou essencialmente que um segundo pedido de exonera??o do passivo restante formulado em segunda insolv?ncia ? que fora admitida pelo tribunal &#8211; n?o se encontra condicionado, quanto a essa mat?ria (benef?cio da exonera??o do passivo restante) pela decis?o anteriormente proferida que o indeferiu ? luz dos crit?rios estabelecidos no artigo 238? do CIRE, enquanto que no ac?rd?o recorrido decidiu-se que um segundo pedido de insolv?ncia, com a coincid?ncia de partes, pedido e causa de pedir, n?o pode ser apreciado com fundamento na verifica??o da excep??o dilat?ria do caso julgado, n?o existe qualquer contradi??o de julgados que habilite ? em termos excepcionais ? a admissibilidade da revista nos termos do artigo 14?, n? 1, do CIRE. VI &#8211; N?o se trata de analisar criticamente do m?rito ou dem?rito do ac?rd?o fundamento ou do ac?rd?o recorrido (saber se naquelas circunst?ncias, haveria ou n?o lugar ? proced?ncia da excepc?o dilat?ria de caso julgado), mas de constatar objectivamente que a ratio decididendi adoptada no primeiro, justificada pela factualidade essencial donde resultou a aprecia??o do m?rito do benef?cio da exonera??o de passivo restante em segunda insolv?ncia entretanto admitida, n?o ? transpon?vel para o ac?rd?o recorrido que n?o admitiu o novo pedido de insolv?ncia com fundamento na exist?ncia de caso julgado. VII &#8211; A admissibilidade da revista excepcional pressup?e sempre a da revista normal, apenas impedida por via da constitui??o da dupla conforme, nos termos do artigo 671?, n? 3, do C?digo de Processo Civil, o que n?o sucede na situa??o sub judice, em que o recurso de revista se encontra expressa e especialmente exclu?do nos especiais termos do artigo 14?, n? 1, do CIRE (n?o ocorrendo ? como se demonstrou &#8211; a situa??o excepcional de contradi??o de julgados), o que est? ali?s em coer?ncia e conformidade com o regime legal fortemente restritivo da admissibilidade de revista nos processos de insolv?ncia.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/ecfe853d1e311afc802588b600340018?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: LUIS ESP?RITO SANTO. I ? Tendo sido fixado ? causa o valor de ? 5.000,01, que n?o sofreu qualquer altera??o, e que ? n?o superior ? al?ada do tribunal de que se recorre, o recurso de revista n?o ? admiss?vel por aus?ncia do pressuposto geral da impugnabilidade do ac?rd?o recorrido. II &#8211; No ?mbito dos processos de insolv?ncia a regra geral ? a da irrecorribilidade da decis?o proferida no ac?rd?o do Tribunal da Rela??o. 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Verificando-se que no ac?rd?o fundamento o Tribunal da Rela??o considerou essencialmente que um segundo pedido de exonera??o do passivo restante formulado em segunda insolv?ncia ? que fora admitida pelo tribunal - n?o se encontra condicionado, quanto a essa mat?ria (benef?cio da exonera??o do passivo restante) pela decis?o anteriormente proferida que o indeferiu ? luz dos crit?rios estabelecidos no artigo 238? do CIRE, enquanto que no ac?rd?o recorrido decidiu-se que um segundo pedido de insolv?ncia, com a coincid?ncia de partes, pedido e causa de pedir, n?o pode ser apreciado com fundamento na verifica??o da excep??o dilat?ria do caso julgado, n?o existe qualquer contradi??o de julgados que habilite ? em termos excepcionais ? a admissibilidade da revista nos termos do artigo 14?, n? 1, do CIRE. VI - N?o se trata de analisar criticamente do m?rito ou dem?rito do ac?rd?o fundamento ou do ac?rd?o recorrido (saber se naquelas circunst?ncias, haveria ou n?o lugar ? proced?ncia da excepc?o dilat?ria de caso julgado), mas de constatar objectivamente que a ratio decididendi adoptada no primeiro, justificada pela factualidade essencial donde resultou a aprecia??o do m?rito do benef?cio da exonera??o de passivo restante em segunda insolv?ncia entretanto admitida, n?o ? transpon?vel para o ac?rd?o recorrido que n?o admitiu o novo pedido de insolv?ncia com fundamento na exist?ncia de caso julgado. 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VI - N?o se trata de analisar criticamente do m?rito ou dem?rito do ac?rd?o fundamento ou do ac?rd?o recorrido (saber se naquelas circunst?ncias, haveria ou n?o lugar ? proced?ncia da excepc?o dilat?ria de caso julgado), mas de constatar objectivamente que a ratio decididendi adoptada no primeiro, justificada pela factualidade essencial donde resultou a aprecia??o do m?rito do benef?cio da exonera??o de passivo restante em segunda insolv?ncia entretanto admitida, n?o ? transpon?vel para o ac?rd?o recorrido que n?o admitiu o novo pedido de insolv?ncia com fundamento na exist?ncia de caso julgado. 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