{"id":719395,"date":"2026-04-28T04:12:35","date_gmt":"2026-04-28T02:12:35","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-4016-13-9tbvng-p1-s3-2020-12-16\/"},"modified":"2026-04-28T04:12:35","modified_gmt":"2026-04-28T02:12:35","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-4016-13-9tbvng-p1-s3-2020-12-16","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/zh-hans\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-4016-13-9tbvng-p1-s3-2020-12-16\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 4016\/13.9TBVNG.P1.S3 \u2013 2020-12-16"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: TOM? GOMES. I. A reaprecia??o da decis?o de facto impugnada, por parte da Rela??o, n?o se deve limitar ? verifica??o da exist?ncia de erro not?rio, mas implica a reaprecia??o do julgado sobre os pontos impugnados, em termos de o tribunal de recurso formar a sua pr?pria convic??o em resultado do exame das provas produzidas e das que lhe for l?cito ainda renovar ou produzir, para s?, em face dessa convic??o, decidir sobre a verifica??o ou n?o do erro invocado, mantendo ou alterando os ju?zos probat?rios em causa. .II. O exerc?cio desse poder-dever cognitivo ? sindic?vel pelo Supremo Tribunal de Justi?a em termos de verificar se foram observados os par?metros formais ou balizadores da respetiva disciplina processual. III. A an?lise cr?tica da prova exigida nos termos do n.? 4 do artigo 607.? do CPC n?o requer uma exposi??o exaustiva e de pormenor argumentativo pro-bat?rio, mas t?o s? a especifica??o seletiva das raz?es que, por via dessa an?lise cr?tica, se revelem decisivas para a forma??o da convic??o do tribunal. IV. Nesse dom?nio, compete ao tribunal de revista ajuizar se o Tribunal da Rela??o observou o m?todo de an?lise cr?tica da prova prescrito no n.? 4 do indicado artigo 607.?, mas j? n?o imiscuir-se na valora??o da prova feita segundo o crit?rio da livre e prudente convic??o do julgador, genericamente editado no n.? 5 do artigo 607.?do CPC.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/5477d8911e9157f98025866500435218?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: TOM? GOMES. I. 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