{"id":735797,"date":"2026-04-28T19:08:57","date_gmt":"2026-04-28T17:08:57","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-3957-17-9t8fnc-l1-s1-2020-10-14\/"},"modified":"2026-04-28T19:08:57","modified_gmt":"2026-04-28T17:08:57","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-3957-17-9t8fnc-l1-s1-2020-10-14","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/zh-hans\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-3957-17-9t8fnc-l1-s1-2020-10-14\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 3957\/17.9T8FNC.L1.S1 \u2013 2020-10-14"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: PAULA S? FERNANDES. 1. O ?Tribunal da Rela??o recorreu a presun??es judiciais n?o para fixar o valor da remunera??o n?o declarada do autor, mas para concluir que os dep?sitos efetuados pelo autor na sua conta banc?ria, ao longo dos meses de 2011 a 2014, correspondiam ? parte da remunera??o que a r? lhe pagava por fora, em termos l?quidos e sem estar sujeita a quaisquer descontos. 2. Se ? l?cito ao Tribunal da Rela??o o recurso a presun??es judiciais, j? em sede de recurso de revista, apenas poder? ser sindicado o uso de tais presun??es se este uso ofender qualquer norma legal, se padecer de evidente ilogicidade ou se partir de factos n?o provados, situa??es que n?o se verificaram ?no caso. 3. O autor em carta datada de 05\/05\/2017, resolveu o contrato de trabalho com a r?, tendo invocado a falta de pagamento de quantias devidas a t?tulo de retribui??o e respetivos subs?dios de f?rias e de natal, respeitantes ? parte n?o declarada da sua retribui??o, num total de ?28 967,25 l?quidos, cujo pagamento vinha insistindo desde 2014. 4. Este incumprimento justifica a resolu??o do contrato pelo trabalhador, pois ?a viola??o dos direitos do autor assumiu uma gravidade tal que n?o lhe restava outra via sen?o a da rutura contratual, a tal n?o obstando o facto de a remunera??o em falta corresponder a valores n?o declarados, sem sujei??o aos descontos legais, na medida em que se trata de remunera??o acordada entre as parte, que fazia parte da principal contrapartida do trabalho prestado pelo autor, n?o sendo exig?vel que tivesse de alegar e provar, em simult?neo, um preju?zo s?rio decorrente do n?o pagamento dessa parte da retribui??o. 5. Tendo em conta que o valor n?o pago da remunera??o do autor ascende ao montante total de ? 28.967,2, considerando a sua antiguidade na r?, de mais de 14 anos, e o valor da retribui??o base mensal por ele auferida (? 2.073,00) entendemos como adequada e equitativa a sua fixa??o em 30 dias de retribui??o. ? (A Relatora)<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/f34e4c62f62a7d1a8025863b00300ec3?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: PAULA S? FERNANDES. 1. 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