{"id":799089,"date":"2026-05-01T06:54:53","date_gmt":"2026-05-01T04:54:53","guid":{"rendered":"https:\/\/kohenavocats.com\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-461-14-0tjlsb-l1-s1-2018-02-08\/"},"modified":"2026-05-01T06:54:53","modified_gmt":"2026-05-01T04:54:53","slug":"acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-461-14-0tjlsb-l1-s1-2018-02-08","status":"publish","type":"kji_decision","link":"https:\/\/kohenavocats.com\/zh-hans\/jurisprudences\/acordao-supremo-tribunal-de-justica-processo-461-14-0tjlsb-l1-s1-2018-02-08\/","title":{"rendered":"Ac\u00f3rd\u00e3o Supremo Tribunal de Justi\u00e7a \u2013 Processo 461\/14.0TJLSB.L1.S1 \u2013 2018-02-08"},"content":{"rendered":"<div class=\"kji-decision\">\n<p class=\"kji-summary\">Relator: ?LVARO RODRIGUES. I &#8211; A previs?o da al. a) do n.? 2 do art. 629.? do CPC abarca, ademais, a aprecia??o da quest?o de compet?ncia absoluta (al. b) do art. 96.? do CPC) resultante da preteri??o de tribunal arbitral. II &#8211; Tendo a Rela??o declarado a nulidade da senten?a apelada por a respectiva fundamenta??o n?o conduzir ? decis?o e, nesse seguimento, procedido ao respectivo suprimento (n.? 1 do art. 665.? do CPC) e fundamentado a sua decis?o em termos diversos daqueles que foram delineados no 1.? grau, inexiste dupla conforme decis?ria entre as decis?es das inst?ncias. III &#8211; O v?cio a que se refere a al. d) do n.? 1 do art. 615.? do CPC s? se verifica quando o tribunal omite a aprecia??o de uma quest?o de que devesse conhecer, o que equivale por dizer que n?o est? ferido de nulidade o ac?rd?o que n?o conhece de determinada quest?o por ter julgado o seu conhecimento pela solu??o dada ao lit?gio ou por a considerar como quest?o nova. III &#8211; A compet?ncia dos tribunais estaduais para verificar a inaplicabilidade da conven??o de arbitragem restringe-se aos casos em que a sua nulidade, inefic?cia ou inexequibilidade ? manifesta (art. 5.? da LAV), cabendo ? parte interessada o ?nus de alegar (logo em 1.? inst?ncia e n?o apenas em sede de apela??o) e provar os pertinentes factos. IV &#8211; Com ressalva dos casos prevenidos pelo n.? 3 do art. 682.? do CPC, o STJ n?o pode conhecer da mat?ria de facto, cingindo-se a aplicar o regime jur?dico aos factos fixados pelo tribunal recorrido.<\/p>\n<hr class=\"kji-sep\" \/>\n<p class=\"kji-source-links\"><strong>Sources officielles :<\/strong> <a class=\"kji-source-link\" href=\"https:\/\/www.dgsi.pt\/jstj.nsf\/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814\/4b18420a273d60b28025822e005f2196?OpenDocument&#038;ExpandSection=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consulter la page source<\/a><\/p>\n<p class=\"kji-license-note\"><em>Portails officiels portugais (DGSI \/ Tribunal Constitucional). Republication en metadata_only par prudence licencielle ; consulter la source officielle pour le texte authentique.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: ?LVARO RODRIGUES. 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